Teorias da conspiração
(27 de Shakespeare de 172/6.10.2026)
1. Abertura da prédica
2. Datas e celebrações
2.1. Dia 22 de Shakespeare (1º.10): nascimento de José Lonchampt (1825 – 201 anos)
2.2. Dia 1º de Descartes (8.10): festa de Clotilde e Augusto Comte (8.10.1844 – 182 anos)
2.3. Dia 2 de Descartes (9.10): transformação de Afrânio Capelli (2009 – 17 anos)
2.4. Dia 3 de Descartes (10.10): nascimento de Paulo Carneiro (1901 – 125 anos)
2.5. Dia 3 de Descartes (10.10): transformação de David Carneiro, Jr. (1997 – 29 anos)
2.6. Mês de Descartes (8.10 a 4.11): undécimo mês, referente à filosofia moderna
3. Apóiem a Igreja Positivista Virtual!
3.1. Colaborem com o que puderem; com boa fé e boa vontade, toda e qualquer colaboração é necessária e bem-vinda!
3.1.1. Inscrevam-se no canal, compartilhem, divulguem nossas atividades!
3.2. Para apoiar as atividades dos nossos canais e da Igreja Positivista Virtual: façam o Pix da Positividade! (Chave Pix: ApostoladoPositivista@gmail.com)
4. Leitura comentada do Apelo aos conservadores
5. Espiritualidade positiva
5.1. Esta talvez seja a seção mais importante das prédicas!
5.2. Sejamos altruístas!
5.2.1. Sejamos generosos, tolerantes etc.
5.2.2. Devemos orientar toda a nossa vida pelo altruísmo: quando o altruísmo regula e orienta a vida, o resultado é que o altruísmo (a dedicação para os demais) e o egoísmo (a satisfação das necessidades pessoais) não são incompatíveis, pois só o altruísmo permite unir o bem comum à felicidade pessoal
5.3. Façamos orações!
5.3.1. A oração positiva é a base do culto íntimo; assim, é tanto a base do aperfeiçoamento pessoal quanto da espiritualidade positiva de modo geral
5.4. Como Igreja Positivista Virtual, ministramos os sacramentos positivos a quem tem interesse
5.4.1. Em um total de nove, os sacramentos são a celebração de momentos centrais na vida de todos nós – momentos que devem ser celebrados, afirmados, compartilhados (o nascimento/a adoção, o casamento, a aposentadoria, a transformação (a morte) etc.)
6. Sermão: comentários sobre as teorias da conspiração
6.1.
Os
comentários que farei neste sermão não são nem pretender ser exaustivos; são
apenas alguns apontamentos que faço a
partir do Positivismo, considerando uma pequena conversa que tive com Sandra Fernandes no dia 29.9.2026
6.1.1. As anotações abaixo se baseiam em
leituras diversas e esparsas, em reflexões pessoais e, claro, no estudo e na
aplicação do Positivismo
6.2. Eis o diálogo havido em 29.9.2026, entre Sandra Fernandes e um seu amigo dela
6.2.1. A postagem – em sua afirmação de
que o candidato Lula estaria na verdade morto e que a pessoa que se apresenta
como ele seria um sósia (ou até mesmo um clone!)[1] –
é exemplar de teorias da conspiração
6.2.2. Essa postagem constitui uma
hipótese (1) elaborada totalmente sem dados, (2) que despreza os dados disponíveis
e que, acima de tudo, (3) elabora hipóteses egoístas, destrutivas e
extremamente complicadas
6.3.
Podemos
definir as teorias da conspiração como concepções que afirmam que a realidade
como é geralmente percebida, na verdade, é uma enganação feita por grupos
pequenos (as “elites”, as “cabalas” (cabals,
em inglês), o “Estado profundo” (Deep State,
em inglês) etc.) – grupos socialmente mal definidos, embora com nomes claros –,
a fim de manipular e explorar o conjunto da sociedade; adicionalmente, os
propositores dessas concepções são também grupos pequenos, “contraelites”, que
seriam populares perspicazes e que se devotariam a denunciar e a combater as
conspirações; as “falsas verdades” englobam as mais variadas possibilidades: a
Terra oca ocupada pelos “reptilianos”, a existência de alienígenas encoberta
pelo governo dos Estados Unidos, a rede de exploração infantil do Partido Democrata
dos Estados Unidos, a conspiração internacional dos judeus, a conspiração eterna
dos homens, a conspiração internacional dos burgueses etc.
6.4.
A
partir do Positivismo, parece-me que as teorias da conspiração são combinações
de (1) má fé e falta de confiança, (2) instinto destruidor e (3) ausência de
controle da imaginação
6.4.1. Antes de mais nada, as teorias da
conspiração correspondem a uma falta generalizada e sistemática de confiança:
os seus adeptos não confiam nas autoridades constituídas (temporais e/ou
espirituais), desconsideram ou desprezam as pessoas que confiam e valorizam
apenas aqueles, que, como eles mesmos, desconfiam dos demais (sua identidade
baseia-se, portanto, na desconfiança compartilhada)
6.4.2. As teorias da conspiração têm
elementos do instinto destruidor porque, por definição, desejam destruir, ser
“do contra”; em contraposição a essa postura conspiracionista, a construção
baseia-se na confiança mútua e pública e no esforço coletivo compartilhado
6.4.2.1.
Há
um forte elemento maniqueísta, de “nós” contra “eles”, nas teorias da
conspiração – e, também de maneira característica, “nós” somos poucos e “não
nos deixamos enganar”, “eles” são muitos e/ou são os dominadores; a “nossa”
ação tem que ser destruidora
6.4.3. De uma perspectiva intelectual, a
teoria da conspiração rejeita as provas disponíveis em proveito das meras
possibilidades: trata-se, portanto, de uma afirmação sistemática do meramente possível contra o efetivamente provável (e/ou o realmente comprovado)
6.4.4. É importante termos em mente que
as teorias da conspiração apresentam um aspecto ativo, em que se postula que a realidade é ativamente camuflada por grupos que buscam enganar e manipular
6.5.
De
uma perspectiva sociológica e histórica mais ampla, no âmbito do Positivismo
devemos (ou podemos) igualmente entender as teorias da conspiração como um
problema da liberdade absoluta de
consciência
6.5.1. A liberdade absoluta de
consciência foi apresentada por Augusto Comte nos seus Opúsculos de juventude (como no “Reorganizar a sociedade”, de 1822,
e no “Considerações sobre o poder espiritual”, de 1826)
6.5.1.1.
Na
verdade, nosso mestre fala em “liberdade ilimitada”;
eu uso “liberdade absoluta” para
evitar confusões e dissabores nos dias atuais
6.5.2. A idéia presente no conceito da
“liberdade absoluta de consciência” consiste em que os indivíduos passam a
considerar-se as autoridades supremas sobre quaisquer temas e questões,
independentemente de sua preparação prévia específica para isso
6.5.3. A liberdade ilimitada de
consciência substitui a infalibilidade papal pela infalibilidade individual
6.5.3.1.
Dessa
forma, a liberdade ilimitada de consciência é a afirmação extrema da razão
individual, ou melhor, individualista; trata-se, portanto, de um princípio
essencialmente metafísico, antissocial, anti-histórico e destruidor
6.5.4. A liberdade ilimitada de
consciência foi (e é) afirmada pelo protestantismo a partir da pretensão de que
cada indivíduo é o supremo juiz da interpretação da Bíblia
6.5.4.1.
Seja
porque é destruidor, seja porque afirma a infalibilidade individual, seja
porque é protestante, o princípio da liberdade ilimitada de consciência foi
criado e é empregado de maneira sistemática e não por acaso para combater e
destruir o poder espiritual
6.5.5. Para evitar más interpretações e
ambigüidades daninhas, convém esclarecermos que o problema com o princípio da
liberdade absoluta de consciência não está no exame individual das várias
questões, ou seja, não está na autonomia individual
6.5.5.1.
O
problema está na arrogância individual e no desprezo individual para com a
sabedoria coletiva (e, em todo caso, alheia)
6.5.5.2.
Em
outras palavras e repetindo o que comentamos há pouco, o problema consiste na
alucinada presunção da infalibilidade individual
6.6.
Há
aspectos menores nas teorias da conspiração, embora muitas vezes relevantes: (1)
substituição das crenças teológicas por crenças metafísicas e/ou alucinadas; (2)
sentimentos de baixa autoestima; (3) desejo de pertencimento a grupos
6.6.1. A substituição de crenças
teológicas por crenças metafísicas corresponde a uma secularização parcial e
degradada; é importante notar que à metafísica intelectual soma-se u’a
metafísica moral, ou seja, u’a moralidade corrompida associa-se a concepções
degradadas, resultando em teorias da conspiração
6.6.2. Os sentimentos de baixa
autoestima e o desejo de pertencimento a grupos, embora sejam aspectos
distintos, andam juntos: pessoas que não se sentem valorizadas ou não se encaixam
em nenhum grupo passam a justificar suas dificuldades pessoais e sociais por
meio da atribuição de comportamentos voluntários contra elas mesmas
6.6.2.1.
Além
de serem explicações fáceis (“não me encaixo porque os outros ativamente me
excluem”), as teorias da conspiração criam esquemas que dão sentido às vidas de
pessoas solitárias e que lhes permitem comportamentos ativos (em vez de
passivos ou meramente reativos)
6.6.2.2.
Da
mesma forma, as teorias da conspiração compartilhadas criam vínculos entre os
indivíduos
6.6.2.3.
Os
aspectos práticos das teorias da conspiração oferecem elementos que dão a
sensação de superioridade a pessoas que se consideram inferiores e/ou
desprezadas: esses elementos são (1) a suposta perspicácia de descobrir o que
deveria estar encoberto e (2) o suposto combate aos grupos conspiradores
6.6.3. O fato de muitas teorias da
conspiração serem sucedâneas de teologias – ou seja, versões secularizadas ou
concepções herdeiras das teologias – não pode ser diminuído, especialmente em
sociedades e ambientes marcados pelas teologias mais irracionalistas
6.6.3.1.
Na
medida em que as teologias com freqüência são imunes às provas empíricas e à
racionalidade (e algumas são-no mais que outras), essa mentalidade própria à
teologia é transmitida para as teorias da conspiração, o que as torna mais
impermeáveis às evidências empíricas e à argumentação
6.6.3.2.
Os
Estados Unidos são particularmente suscetíveis desses problemas todos, na
medida em que têm lugar, lá, as teologias mais irracionalistas e mais
afirmadoras da pura “fé”, bem como é um país profundamente individualista
6.7.
Reunindo
os vários aspectos e problemas anteriores, na medida em que se trata da
desconfiança individualista e sistemática de “nós” contra “eles”, a teoria da
conspiração é a afirmação coletiva da
paranóia individual
6.7.1. Como as teorias da conspiração
são a coletivização da paranóia individual, estimulada por um ambiente e/ou u’a
mentalidade metafísica, é bastante claro que elas constituem uma grave
deformação da espiritualidade humana
6.7.2. Talvez os únicos aspectos
positivos das teorias da conspiração – mas sempre de maneira profundamente
enviesada e prejudicial – sejam o aumento da autoestima, a constituição de
grupos de apoio, a valorização do bem público e a valorização da publicidade
6.8.
Passando
da caracterização das teorias da conspiração para os meios de evitá-las, veremos
agora como o Positivismo fornece elementos poderosos contra essas paranóias coletivas
6.8.1. Comentamos antes que as teorias
da conspiração consistem em problemas da imaginação humana: elas consistem no
desprezo prático (e, com freqüência, também desprezo teórico) das leis da Filosofia Primeira e da lógica positiva
6.9.
As
leis da Filosofia Primeira são absolutamente aplicáveis e necessárias
6.9.1. A Filosofia Primeira corresponde
aos únicos princípios realmente universais, aplicáveis a todos os fenômenos, e
referem-se tanto à descrição da realidade quanto aos princípios que o ser
humano segue e deve seguir para apreender adequadamente a realidade
6.9.1.1.
Augusto
Comte estabeleceu 15 leis da Filosofia Primeira
6.9.2. Por si só, a primeira lei – não
por acaso, a chamada “lei-mãe” – bastaria para evitar desvios e aberrações como
as teorias da conspiração
6.9.2.1.
A
primeira lei é: “Formar a hipótese mais simples e mais simpática que comporta o
conjunto dos dados a representar (I)”
6.9.2.1.1.
A
aplicação desse princípio às teorias da conspiração é bem direta: as teorias da
conspiração são hipóteses complicadas, destruidoras, baseadas na má fé e na
desconfiança e que desprezam os dados disponíveis – ou seja, justamente o
oposto do pensar de maneira sã
6.9.3. Mas há outras leis da Filosofia
Primeira aplicáveis aqui:
6.9.3.1.
Essas
outras leis são a quarta, a quinta e a sexta; elas integram o “Segundo grupo, essencialmente subjetivo”,
em sua “Primeira série – leis estáticas do entendimento”:
6.9.3.1.1.
“Subordinar
as construções subjetivas aos materiais objetivos (Aristóteles, Leibnitz, Kant)
(IV)”
6.9.3.1.2.
“As
imagens interiores são sempre menos vivas e menos nítidas que as impressões
exteriores (V)”
6.9.3.1.3.
“A
imagem normal deve ser preponderante sobre as que a agitação cerebral faz
simultaneamente surgir (VI)”
6.9.3.1.4.
O
conjunto das leis acima corrobora e reforça que, em vez de elaborar hipóteses
aberrantes em teorias da conspiração, deve-se regular a imaginação e prestar
atenção aos dados objetivos, sem os desprezar
6.10.
A
lógica positiva (especialmente conforme desenvolvida na Síntese subjetiva, de 1856, embora também presente no v. I da Política positiva, de 1851, e no Catecismo positivista, de 1852) também é
largamente aplicável:
6.10.1.
A
imaginação, exatamente como a inteligência, tem que ser disciplinada; na
verdade, o mesmo esforço dedicado à ciência e à filosofia tem que ser feito
para a arte e a imaginação em geral
6.10.2.
A
disciplina da imaginação baseia-se no altruísmo e no caráter social do ser
humano; em última análise é necessário respeitar a lei-mãe da Filosofia
Primeira (bem como as leis quatro a seis)
6.10.2.1.
Eis
a definição da lógica positiva: “O concurso normal dos sentimentos, das imagens
e dos sinais, para inspirar-nos as concepções que convêm às nossas necessidades
morais, intelectuais e físicas” (Síntese,
p. 26)
6.10.2.1.1.
A
lógica positiva busca inspirar concepções generosas; sem se aferrar aos dados
empíricos, ela deve propor concepções que não ofendam os dados
6.10.2.1.2.
Repetindo:
essa concepção serve para disciplinar a inteligência, isto é, tanto a ciência e
a filosofia quanto a arte e a imaginação
6.10.2.1.3.
Essa
disciplina baseia-se nas concepções sociais (e sociológicas) em vez de nas
concepções individuais e individualistas próprias à teologia
6.10.2.1.4.
A
disciplina social baseia-se na digna submissão e, daí, na digna obediência;
inversamente, a síntese teológica (absoluta) afirmava um ser caprichoso,
egoísta e irresponsável
6.10.2.2.
Como
isso se aplica às teorias da conspiração?
6.10.2.2.1.
Do
ponto de vista da lógica positiva, as teorias da conspiração caracterizam-se
por uma imaginação indisciplinada, egoísta, arbitrária; como vimos antes,
embora elas satisfaçam de maneira muito secundária algumas necessidades
humanas, tal satisfação dá-se a partir de características profunda e
radicalmente antissociais
6.11.
Em suma:
6.11.1. Como
vimos acima, coletivamente as teorias da conspiração correspondem à
sistematização do individualismo, do desprezo pela autoridade espiritual, do
desprezo pela confiança compartilhada, do espírito profundamente metafísico,
agressivo e destruidor próprio à liberdade absoluta de consciência; já em
termos individuais, as teorias da conspiração surgem da baixa autoestima de
pessoas que se sentem deslocadas e/ou desprovidas da sensação de ação, em
ambientes que estimulam crenças irracionais e impassíveis de comprovação
6.11.1.1. Em
outras palavras, as teorias da conspiração correspondem a uma degradação
profunda da espiritualidade humana em ambientes metafísicos em termos
intelectuais e morais
6.11.1.2. Devemos
ter em mente a positividade e não esquecer, nunca, que a espiritualidade
positiva só se afirma com um forte elemento social e altruísta, seja como
objetivo, seja como meio, seja como princípio orientador: sem isso não é
possível distanciar das teorias da conspiração quem se encontra submetido a
elas
6.11.2. Assim,
para evitar as teorias da conspiração, temos que ter em mente aspectos sociais
(coletivos) e pessoais, da mesma forma que elementos morais e intelectuais
6.11.3. O
Positivismo, ou melhor, a Religião da Humanidade estabelece precisamente
elementos para essa regulação:
6.11.3.1. O
estímulo à confiança mútua
6.11.3.2. A
digna subordinação como base do aperfeiçoamento e o reconhecimento das
limitações pessoais (em termos intelectuais, práticos e morais)
6.11.3.3. O
desenvolvimento e o reforço dos vínculos coletivos
6.11.3.4. O
“Viver às claras”, ou seja, a abertura e as justificativas públicas dos
comportamentos
6.11.3.5. A
disciplina, a regulação e a orientação altruísta da imaginação (via Filosofia
Primeira e lógica positiva)
7. Término da prédica
Referências
- Auguste Comte (franc.), Síntese subjetiva (Paris, Exécution Téstamentaire d’Auguste Comte, 2ª ed., 1900): https://archive.org/details/lasynthsesubjec00comtgoog.
-
Augusto Comte (franc.), Sistema de
filosofia positiva (Paris, Bachelier, 1838), v. 3, 45e leçon
(“Considérations générales sur l’étude positive des fonctions intellectuelles
et morales, ou cérébrales”).
- Augusto
Comte (franc.), Sistema de política
positiva (Paris. J.-B.
Baillière, 4ª ed., 1880): https://archive.org/details/systmedepoliti01comt.
- Augusto Comte (port.), Apelo aos conservadores (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1898): https://archive.org/details/augustocomteapeloaosconservadores.
- Augusto Comte (port.), Catecismo positivista (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 4ª ed., 1934).
- José Lonchampt (port.), Ensaio sobre a oração (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1896; catálogo da IPB, n. 165): https://archive.org/details/n.-165-jose-lonchampt-ensaio-sobre-a-oracao.
- Luís Bueno Horta Barbosa (port.): Introdução geral ao estudo da lógica, ou matemática (Rio de Janeiro, Jornal do Comércio, 1933): https://archive.org/details/augusto-comte-logica-positiva
- Luís Lagarrigue (esp.), A poesia positivista (Santiago do Chile, 1890): https://archive.org/details/luis-lagarrigue-a-poesia-positivista-1890_202509.
- Raimundo Teixeira Mendes (port.), As últimas concepções de Augusto Comte (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1898): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-i e https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-ii.
- Raimundo Teixeira Mendes (port.), O ano sem par (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1900): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-o-ano-sem-par-portug._202312/page/n7/mode/2up.
[1] Embora à primeira vista essa teoria pareça apenas uma piada, na verdade, inacreditavelmente, ela é realmente afirmada – e por uma parcela substancial dos brasileiros (https://www.dw.com/pt-br/como-a-teoria-falsa-de-que-lula-morreu-amea%C3%A7a-a-democracia/a-79311276).

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