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21 maio 2026

Reflexão pessoal/confissão: três cuidados que tomo

Em minhas prédicas e, de modo geral, em minha atuação como positivista, procuro desde sempre tomar três cuidados, na forma de comportamentos que evito:

- evito falar sobre o que desconheço e não finjo saber o que ignoro

- evito apresentar-me como a única pessoa capaz de falar sobre o Positivismo ou (na medida em que não sou o Sumo Pontífice da Religião da Humanidade) em nome de todos os positivistas

- evito personalizar as minhas manifestações e de apresentá-las como se fossem exercícios de vaidade pessoal.

Assim, ao evitar a arrogância, o orgulho e a vaidade, creio que posso dizer que exercito a humildade

Um sacerdote da Humanidade (e mesmo um apóstolo da Humanidade) não pode ter medo de expor-se e de afirmar-se perante os demais; mas isso é muito diferente de ser sistematicamente ignorante, pretensioso e muito vaidoso. Esses defeitos são inaceitáveis em qualquer pessoa que pretenda ser apóstolo ou sacerdote da Humanidade.

Em oposição a esses comportamentos reprováveis, procuro desde sempre adotar as seguintes práticas:

- conhecer sobre o que falo, assumir que desconheço muita coisa e buscar conhecer (ou informar-me sobre) o que é importante para os outros

- respeitar as perspectivas alheias e, em particular, as várias iniciativas pessoais e coletivas dos positivistas

- reconhecer os esforços realizados pelos outros (especialmente pelos que vieram antes de mim) e manifestar-me sempre me referindo aos esforços coletivos.

(As indicações acima simplificam bastante as possibilidades; mas como queremos que estas reflexões sejam curtas, neste caso aceitamos tal simplificação.)


Fonte: GPT, 21.5.2026.