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17 maio 2026

Generino dos Santos no Internet Archive

Graças à gentil e generosa colaboração de nosso correligionário Gabriel de Henrique, conseguimos recuperar e pôr à disposição do público interessado vários livros do poeta positivista Generino dos Santos (1848-1937).

Esses documentos estão à disposição na coleção "Positivismo" do repositório Internet Archive (aqui: https://archive.org/details/positivism-collection).

Os volumes agora disponíveis são os volumes 2 a 5 da coletânea póstuma Humaníadas (o mundo, a Humanidade, o homem), publicada em 1938.

Os endereços de cada um desses volumes e os respectivos livros presentes em cada volume estão indicados abaixo.

 

V. 2: https://archive.org/details/generino-dos-santos-humaniadas-v.-2

Livro 3: alma positivista

 

V. 3: https://archive.org/details/generino-dos-santos-humaniadas-v.-3

Livro 4: imortalidade subjetiva

Livro 5: mármores e bronzes

 

V. 4: https://archive.org/details/generino-dos-santos-humaniadas-v.-4

Livro 6: alma coletiva

Livro 7: alma alheia

 

V. 5: https://archive.org/details/generino-dos-santos-humaniadas-v.-5

Livro 8: alma reflexa



17 setembro 2025

Generino dos Santos: Humaníadas (v. 1)

Está disponível no Internet Archive o livro póstumo do poeta positivista Generino dos Santos, Humaníadas (v. 1). É uma coletânea de poemas inspirados e/ou baseados na Religião da Humanidade, como o belo título por si só já indica.

O livro está disponível aqui: https://archive.org/details/humaniadas-volume-1.




02 janeiro 2025

Generino dos Santos: "Vergine Madre"

Na celebração da Festa da Humanidade de 171 (1.Moisés.171/1.1.2025), recitamos alguns poemas logo no início do evento.

Um desses poemas é de Generino dos Santos e reproduzimo-lo abaixo.


Poema de Generino dos Santos

(In: Humaníadas, v. 2, livro 3, Rio de Janeiro, Jornal do Comércio, 1940.)

 

VERGINE MADRE

 

(Ante o painel de Décio Villares)

 

Ó virgem! Ó filha do teu filho!

Que eu ame mais a Ti, do que a mim mesmo,

E nem a mim, senão por ter te amado.

Oração de Augusto Comte

 

            Onde achar um painel mais delicado

Que possa humanamente idealizar-te

Com mais engenho e mais sublime arte,

Virgem-Mãe, o ideal concretizado?

 

            Sobre o Planeta em flor, florido prado,

Caminhas, e em redor, por toda parte,

Se ergue a natureza para amar-te,

– Da planta à ave, e d’ave ao gênio alado.

 

            E prossegues na senda triunfante

Da evolução humana, humana a fronte,

Tendo nos braços teu paterno infante.

 

            Quem és, que ao ver-te alarga-se o horizonte?

Trazes, Amada eterna o eterno Amante?

És bem Clotilde? É ele Augusto Comte?

 

Rio, 3 de Gutenberg de 103. (15 de agosto de 1891).