No dia 13 de Descartes de 172 (20.10.2026) realizamos nossa prédica positiva, dando continuidade à leitura comentada do Apelo aos conservadores (em sua "Conclusão - missão peculiar aos verdadeiros conservadores").
No sermão abordamos o papel político da religião positiva.
A prédica foi transmitida nos canais Positivismo (https://youtube.com/live/DNDxSKQQ9hE) e Igreja Positivista Virtual (https://www.facebook.com/IgrejaPositivistaVirtual/videos/1087648617414789).
As anotações que serviram de base para a exposição oral encontram-se reproduzidas abaixo.
* * *
Papel político da religião positiva
(13 de Descartes de 172/20.10.2026)
1. Abertura da prédica
2. Datas e celebrações
2.1. Dia 11 de Descartes (18.10): nascimento de Frederic Harrison (1831 – 195 anos)
2.2. Dia 11 de Descartes (18.10): nascimento de Benjamin Constant (1836 – 190 anos)
2.3. Dia 13 de Descartes (20.10): transformação de José Lonchampt (1890 – 136 anos)
2.4. Dia 18 de Descartes (25.10): segundo turno das eleições para Presidente da República
3. Apóiem a Igreja Positivista Virtual!
3.1. Colaborem com o que puderem; com boa fé e boa vontade, toda e qualquer colaboração é necessária e bem-vinda!
3.1.1. Inscrevam-se no canal, compartilhem, divulguem nossas atividades!
3.2. Para apoiar as atividades dos nossos canais e da Igreja Positivista Virtual: façam o Pix da Positividade! (Chave Pix: ApostoladoPositivista@gmail.com)
4. Leitura comentada do Apelo aos conservadores
5. Espiritualidade positiva
5.1. Esta talvez seja a seção mais importante das prédicas!
5.2. Sejamos altruístas!
5.2.1. Sejamos generosos, tolerantes etc.
5.2.2. Devemos orientar toda a nossa vida pelo altruísmo: quando o altruísmo regula e orienta a vida, o resultado é que o altruísmo (a dedicação para os demais) e o egoísmo (a satisfação das necessidades pessoais) não são incompatíveis, pois só o altruísmo permite unir o bem comum à felicidade pessoal
5.3. Façamos orações!
5.3.1. A oração positiva é a base do culto íntimo; assim, é tanto a base do aperfeiçoamento pessoal quanto da espiritualidade positiva de modo geral
5.4. Como Igreja Positivista Virtual, ministramos os sacramentos positivos a quem tem interesse
5.4.1. Em um total de nove, os sacramentos são a celebração de momentos centrais na vida de todos nós – momentos que devem ser celebrados, afirmados, compartilhados (o nascimento/a adoção, o casamento, a aposentadoria, a transformação (a morte) etc.)
6. Sermão: o papel político da religião positiva
6.1. Nesta prédica queremos comentar a atuação política da Religião da Humanidade
6.1.1. Esse tema foi sugerido pela Sandra e pelo Hernani no ano passado e ficou sovando desde então; mas como com freqüência tratamos de questões políticas e como estamos em um período eleitoral particularmente preocupante, tenso e fulcral, convém tratarmos disso agora
6.1.2. O nosso objetivo neste sermão é comentarmos alguns aspectos específicos da atuação política do Positivismo, bem como algumas confusões e algumas críticas injustas; mas, para isso, teremos que antes rever alguns aspectos básicos do Positivismo
6.2. Relembremos, então, seis aspectos centrais do Positivismo que tratam de questões políticas:
6.2.1. A preocupação central da Religião da Humanidade, após o desenvolvimento das forças humanas ao longo da história, é regular essas forças, promovendo a harmonia humana, individual e coletiva, em termos estáticos e dinâmicos
6.2.2. Como sabemos, a perspectiva de conjunto é necessária para qualquer regulação; no caso humano, temos que considerar o âmbito privado e o âmbito público (sendo que o âmbito privado divide-se em individual e doméstico): enquanto os monoteísmos (e as metafísicas também) privilegiam sempre um âmbito em detrimento do outro, o Positivismo considera-os ambos, percebendo-os como necessariamente complementares
6.2.2.1. A família baseia-se nas relações afetivas ao redor do casal fundamental; já a vida pública baseia-se nas atividades industriais e políticas das pátrias (ou melhor, das mátrias), a partir da reunião das classes sociais e da atuação do Estado;
6.2.2.2. Seja porque os âmbitos privado e público são complementares, seja porque, enfim, eles existem, exercem efeitos reais sobre o ser humano e, portanto, e têm que ser regulados, o Positivismo não negligencia a política, que é um dos aspectos da existência pública
6.2.3. Com a modernidade afirmou-se cada vez mais o ideal e a necessidade de separação entre os poderes temporal e espiritual, em que um modifica a conduta objetivamente, pela imposição da força, e o outro modifica a conduta subjetivamente, pelo aconselhamento
6.2.3.1. Na verdade, a separação dos dois poderes é a instituição fundamental da modernidade e é afirmada sem cessar pelo Positivismo
6.2.3.2. A separação dos dois poderes permite e garante que as pessoas tenham plena liberdade de pensamento, de expressão e de associação, independentemente das vontades do Estado
6.2.3.3. Qualquer mudança social – qualquer! – modernamente tem que ocorrer baseada na separação dos dois poderes, de maneira a permitir que as mudanças sejam profundas, duradouras e aceitas livremente pela sociedade, sem imposições nem autoritarismo
6.2.3.4. O sacerdócio positivo recusa-se a ocupar cargos públicos e, seja por questões doutrinárias e políticas, seja porque todos os sacerdócios devem submeter-se às mesmas condições, o sacerdócio positivo deve exigir a mesma restrição da parte dos outros sacerdócios (mesmo que empiricamente eles não queiram e mesmo que eles rejeitem doutrinariamente tal restrição)
6.2.4. O Positivismo afirma que o conjunto das sociedades deverá ser positivista; mas esse conjunto significa que as sociedades civis têm que se modificar antes dos governantes
6.2.4.1. Isso estabelece uma progressão na atuação positivista, em três fases: mudança de concepções na sociedade civil; adoção de políticas positivas por governos não positivistas; adoção do Positivismo pelos governos
6.2.4.2. Essas três fases ocorrerão sempre baseadas na separação entre os dois poderes, de maneira a garantir a dignidade das opiniões e o caráter não tirânico do governo
6.2.5. A política positiva, além de republicana, tem que ter um caráter social e progressista, ou seja, deve realizar-se visando ao aperfeiçoamento (ou, dito de outra maneira, à melhoria) das condições vida dos seres humanos, em particular dos proletários e das mulheres
6.2.5.1. O respeito às instituições é necessário (é uma política “conservadora”), ao mesmo tempo em que as instituições devem ser orientadas na direção social e progressista
6.2.5.1.1. Esse é o sentido de várias fórmulas positivistas: “ordem e progresso”, “o capital é social e sua aplicação tem que ser social”, “regular consagrando e consagrar regulando” e “preservar melhorando” (e, secundariamente, “só se destrói o que se substitui”)
6.2.5.2. As condições de atuação do patriciado devem ser respeitadas, ao mesmo tempo em que ele deve ser cobrado publicamente em suas atribuições:
6.2.5.2.1. Vale lembrar que Augusto Comte fala em “patriciado” e não em “burguesia”: nosso mestre era extremamente crítico da burguesia, que ele via com mesquinha, individualista, egoísta
6.2.5.2.2. A separação dos dois poderes é uma das condições sociais, políticas e morais dessa cobrança, feita pela opinião pública orientada pelo sacerdócio
6.2.5.2.3. Como dizia Augusto Comte, “grandes responsabilidades exigem grandes poderes”; inversamente, o Homem-Aranha afirma que “grandes poderes acarretam grandes responsabilidades”
6.2.6. A Religião da Humanidade, isto é, o sacerdócio muda a sociedade por duas vias complementares: (1) fornecendo os parâmetros gerais e (2) orientando os agentes específicos
6.2.6.1. É necessário insistir em que o Positivismo oferece as diretrizes gerais; os detalhes específicos das ações concretas cabem aos executores
6.2.6.2. Os servidores da Humanidade têm a responsabilidade por suas condutas; o sacerdócio aconselha-os e admoesta-os
6.2.6.2.1. Em outras palavras, trata-se de melhorar o mundo melhorando o homem
6.2.6.3. A proposição de parâmetros gerais e o aconselhamento individual não são “moralismo”: essa é a única forma de atuar politicamente sem violência
6.2.6.3.1. Nossa época crítica considera que tudo o que consiste em afirmação de valores morais equivale sempre a hipocrisia; essa hipocrisia é chamada de “moralismo”
6.2.6.3.2. Embora evidentemente essa hipocrisia sempre possa ocorrer, a identificação da exceção como se fosse a regra é um dos sinais mais claros do aspecto destruidor e crítico de nossa época
6.2.6.3.3. A afirmação da moralidade como “moralismo” hipócrita apresenta-se como grande sabedoria política, mesmo e principalmente pelos doutores acadêmicos!
6.3. Feitas essas lembranças, podemos passar para a discussão do papel político da Religião da Humanidade
6.3.1. A religião da Humanidade é uma religião cívica, o que significa que nos interessam as questões políticas
6.4. Devemos fazer vários esclarecimentos sobre o caráter cívico do Positivismo
6.4.1. “Religião cívica” é diferente de “religião civil”
6.4.1.1. A religião cívica é aquela que se preocupa com vários aspectos da vida política
6.4.1.2. A religião civil é uma doutrina oficial de Estado, como o catolicismo na quase totalidade de sua existência, os protestantismos em todos os lugares em que uma seita específica é dominante, o marxismo nos países comunistas, o nazismo na Alemanha, o fascismo na Itália etc.
6.4.1.3. A religião civil foi particularmente teorizada por J.-J. Rousseau, a partir da experiência da Genebra calvinista; Rousseau afirmou que a democracia exige sempre, necessariamente, a adesão dos cidadãos a uma doutrina oficial do Estado; quem não concordar (mesmo que da boca para fora) com isso deve democraticamente ser preso, exilado ou morto
6.4.2. Há vários sentidos da palavra “política”: polity, politics, policy; relações de poder e busca do bem viver
6.4.2.1. Polity corresponde ao conjunto das instituições sociais e políticas vigentes em uma sociedade; policy corresponde a cada “política pública” (educação, saúde, previdência, relações internacionais, gestão econômica etc.); politics é a política do dia-a-dia, com as negociações, as campanhas eleitorais etc.
6.4.2.2. As relações de poder e a busca do bem viver são duas concepções gerais: Aristóteles definiu a política como a busca da organização social que busca o bem viver; em contraposição a Aristóteles, Hobbes reduziu a política às relações de poder, ou melhor, de dominação
6.4.2.3. O Positivismo considera cada uma dessas concepções, embora, evidentemente, de diferentes maneiras e com várias intensidades: o Positivismo procura manter-se distante da politics (mas não indiferente ou omisso em relação a ela); mantém uma preocupação com a policy e com as relações de poder; concede grande atenção para a polity e considera que a política, em última análise, deve ser a busca do bem viver
6.4.3. O interesse pelas questões políticas é diferente de partidarização da religião
6.4.3.1. A partidarização consiste em assumir um espírito particular de partido, ou seja, consiste em abandonar as vistas gerais – e a generosidade – em favor de vistas particulares e mesquinhas (o marxismo, o identitarismo, o fascismo etc. são assim)
6.4.3.2. A partidarização, portanto, vincula-se à mesquinhez, à intolerância, à agressividade
6.4.3.3. A partidarização deve ser entendida em sentido amplo, mas essa concepção cai como uma luva com as instituições sociais chamadas atualmente de “partidos políticos”: a religião que se vincula a um partido político degrada-se
6.4.3.4. No final das contas, a partidarização acaba opondo-se à separação dos dois poderes, seja em termos concretos (quando o sacerdócio vincula-se a um partido político), seja em termos “sociais” (quando o sacerdócio de qualquer maneira abandona suas necessárias dignidade, perspectivas gerais e generosidade)
6.4.4. A rejeição da partidarização é diferente da “neutralidade”
6.4.4.1. Antes de mais nada, essa é uma defesa de um certo quietismo
6.4.4.1.1. O quietismo é a postura intelectual e prática que defende um afastamento das disputas sociais e políticas, em um sentido de “quietude” (daí o nome)
6.4.4.1.2. Assim, o quietismo acaba sendo uma forma de omissão social e política
6.4.4.2. A “neutralidade” significa de modo geral que o sacerdócio deve manter-se distante das questões políticas – ou seja, que ele deve tornar-se omisso, alienado e voltar-se apenas para o âmbito privado (fazendo referências etéreas e meio inúteis no âmbito público)
6.4.4.3. A neutralidade opõe-se à partidarização, mas é igualmente daninha da dignidade do sacerdócio, seja porque torna inútil e omisso o sacerdócio, seja porque afirma uma dignidade que não serve para nada
6.4.4.4. A exigência de neutralidade é feita por pessoas que gostariam que o Positivismo não tratasse de questões políticas e que são incapazes de perceber que a preocupação com questões políticas em geral implica a defesa de algumas perspectivas específicas, sem que isso represente a defesa de políticos ou de partidos em particular
6.4.4.5. Qual seria a neutralidade possível por exemplo na época da Abolição? Ou da República? Ou da crítica ao Eixo? Ou na campanha “O Petróleo É Nosso”? Ou no combate ao imperialismo e ao neocoloniaismo? Ou da defesa dos trabalhadores contra a exploração dos burgueses?
6.4.4.6. Muitos dizem que temos que ser “neutros” porque estaríamos sendo de “esquerda”
6.4.4.6.1. Curiosamente, a exigência de neutralidade é apenas quando seríamos de “esquerda”
6.4.4.6.2. Mas, na verdade, não estaríamos sendo de “esquerda”; na verdade, temos elementos de “esquerda” e de “direita”: somos positivistas e defendemos posturas próprias à positividade
6.4.4.6.3. O fato de que muitas vezes esses temas também serem defendidos por marxistas, comunistas, identitários etc. não implica concordância com eles; na verdade, isso significa que eles têm uma certa positividade, em termos de sentimentos e de algumas práticas
6.4.4.6.4. Assim, na verdade, é a “esquerda” que se aproximaria do Positivismo
6.4.4.6.5. De qualquer maneira, lamentavelmente, durante bem mais de 100 anos a esquerda deixou-se corromper pelo marxismo, que por sua vez causou inúmeros e profundos danos à Humanidade
6.4.4.6.6. A mentalidade “Guerra Fria” é uma das conseqüências mais nefastas do marxismo e prejudica todas as sociedades: essa mentalidade consiste em associar políticas progressistas ao marxismo (ou ao comunismo soviético, tanto faz) e, devido a tal associação, rejeitar essas políticas porque elas seriam “marxistas” (ou “comunistas”)
6.5. Por fim, há dois extremos errados de avaliação da separação dos dois poderes proposta pela Religião da Humanidade: (1) “É religião, logo não deve intrometer-se na política” e (2) “A Religião da Humanidade é política disfarçada de religião”
6.5.1. A idéia de que o Positivismo, por ser uma religião, não deveria tratar de política já foi comentada acima; é uma exigência feita em particular para as teologias e daí estendida para o Positivismo; isso não tem o menor cabimento
6.5.2. Já afirmar que o Positivismo é uma política disfarçada de religião é uma concepção muito comum, repetida em particular pelos doutores acadêmicos – isto é, pelos metafísicos em geral e pelos materialistas em particular (embora teológicos também adotem essa postura)
6.5.2.1. Essa é uma forma de criticar e degradar o Positivismo
6.5.2.2. Essa é uma forma cômoda de dividir o mundo: de um lado, os teológicos retrógrados; de outro lado, os materialistas progressistas; todas as relações sociais seriam relações de poder, de dominação e exploração; como disse Marx, de sua habitual maneira brutal, “a religião é o ópio do povo”: não haveria sinceridade nas religiões, apenas formas de dominação disfarçadas
6.5.2.2.1. Nessa concepção, o Positivismo não seria teológico (ou talvez fosse – afinal, é uma “religião”), mas com toda a certeza seria um ópio tanto quanto as teologias
6.5.2.2.2. É claro que, nesse esquema, somente os marxistas seriam honestos, corretos, coerentes, não alienados e não alienantes etc.
6.6.
Em
suma:
6.6.1. O Positivismo é uma religião cívica
6.6.2. A instituição fundamental, base para todas
as ações posteriores, é a separação entre os poderes temporal e espiritual
6.6.2.1.
O
Positivismo é a única religião que defende sistematicamente a separação dos
dois poderes
6.6.3. A noção de religião cívica (preocupação com
questões políticas) é diferente da de religião civil (religião oficial
obrigatória)
6.6.4. A preocupação com a vida política exige o
afastamento simultâneo dos extremos opostos da partidarização (a vinculação a
grupos específicos e o afastamento da perspectiva geral e dos sentimentos
generosos) e da “neutralidade” (o silenciamento a respeito de questões
políticas, geralmente a favor de perspectivas de “esquerda” e seguindo a
mentalidade Guerra Fria)
6.6.5. Duas críticas opostas também surgem quando
se afirma a atuação política do Positivismo: a exigência de ele manter-se
distante da política por ser uma religião e a afirmação de que ele seria, na
verdade, uma política disfarçada de religião
7. Término da prédica
Referências
- Auguste Comte (franc.), Síntese subjetiva (Paris, Exécution Téstamentaire d’Auguste Comte, 2ª ed., 1900): https://archive.org/details/lasynthsesubjec00comtgoog.
- Augusto Comte (franc.), Sistema de
filosofia positiva (Paris, Bachelier, 1838), v. 3, 45e leçon
(“Considérations générales sur l’étude positive des fonctions intellectuelles
et morales, ou cérébrales”).
- Augusto
Comte (franc.), Sistema de política
positiva (Paris. J.-B.
Baillière, 4ª ed., 1880): https://archive.org/details/systmedepoliti01comt.
- Augusto Comte (port.), Apelo aos conservadores (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1898): https://archive.org/details/augustocomteapeloaosconservadores.
- Augusto Comte (port.), Catecismo positivista (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 4ª ed., 1934).
- José Lonchampt (port.), Ensaio sobre a oração (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1896; catálogo da IPB, n. 165): https://archive.org/details/n.-165-jose-lonchampt-ensaio-sobre-a-oracao.
- Luís Lagarrigue (esp.), A poesia positivista (Santiago do Chile, 1890): https://archive.org/details/luis-lagarrigue-a-poesia-positivista-1890_202509.
- Raimundo Teixeira Mendes (port.), As últimas concepções de Augusto Comte (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1898): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-i e https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-ii.
- Raimundo Teixeira Mendes (port.), O ano sem par (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1900): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-o-ano-sem-par-portug._202312/page/n7/mode/2up.

