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26 março 2025

Proteção patrícia ao sacerdócio, parte 2

No dia 28 de Aristóteles de 171 (25.3.2025) realizamos nossa prédica positiva, dando continuidade à leitura comentada do Apelo aos Conservadores (em sua Primeira Parte, dedicada à doutrina própria aos verdadeiros conservadores).

Na parte do sermão continuamos e concluímos a leitura comentada da "Carta filosófica sobre a proteção patrícia ao sacerdócio".


As anotações que serviram de base para a exposição oral encontram-se reproduzidas abaixo.

*   *   *


A proteção patrícia ao sacerdócio

(28 de Aristóteles de 171/25.3.2025) 

1.       Abertura

2.       Exortações iniciais

2.1.    Sejamos altruístas!

2.2.    Façamos orações!

2.3.    Como somos uma igreja, ministramos os sacramentos: quem tiver interesse, entre em contato conosco!

2.4.    Precisamos de sua ajuda; há várias maneiras para isso:

2.4.1. Divulgação, arte, edição de vídeos e livros! Entre em contato conosco!

2.4.2. Façam o Pix da Positividade! (Chave pix: ApostoladoPositivista@gmail.com)

3.       Datas e celebrações:

3.1.    Nesta semana não registramos nenhuma data especial ou celebração

4.       Leitura comentada do Apelo aos conservadores

4.1.    Antes de mais nada, devemos recordar algumas considerações sobre o Apelo:

4.1.1. O Apelo é um manifesto político e dirige-se não a quaisquer pessoas ou grupos, mas a um grupo específico: são os líderes políticos e industriais que tendem para a defesa da ordem (e que tendem para a defesa da ordem até mesmo devido à sua atuação como líderes políticos e industriais), mas que, ao mesmo tempo, reconhecem a necessidade do progresso (a começar pela república): são esses os “conservadores” a que Augusto Comte apela

4.1.1.1.             O Apelo, portanto, adota uma linguagem e um formato adequados ao público a que se dirige

4.1.1.2.             Empregamos a expressão “líderes industriais” no lugar de “líderes econômicos”, por ser mais específica e mais adequada ao Positivismo: a “sociedade industrial” não se refere às manufaturas, mas à atividade pacífica, construtiva, colaborativa, oposta à guerra

4.1.2. A religião estabelece parâmetros morais, intelectuais e práticos para a existência humana e, portanto, orienta a política, estabelece as suas metas, as suas possibilidades e os seus limites

4.2.    Uma versão digitalizada da tradução brasileira desse livro, feita por Miguel Lemos e publicada em 1899, está disponível no Internet Archive: https://archive.org/details/augustocomteapeloaosconservadores

4.3.    Passemos, então, à leitura comentada do Apelo aos conservadores!

5.       Sermão: a proteção patrícia ao sacerdócio

5.1.    Em uma carta a John Stuart Mill, do final de 1845, Augusto Comte faz um balanço semiprivado das relações políticas, sociais, filosóficas e morais entre o patriciado e o sacerdócio

5.1.1. Dizemos “balanço semiprivado” porque era uma carta pessoal de nosso mestre a Stuart Mill, que ele (nosso mestre) autorizou a divulgar conforme o destinatário julgasse adequado, sem a tornar totalmente pública

5.2.    A tradução que leremos é de Raimundo Teixeira Mendes, presente em O ano sem par, entre as páginas 567 e 579

5.2.1. Um primeiro volume da correspondência de Augusto Comte a John Stuart Mill foi publicado em 1877, sob o título Lettres d’Auguste Comte à John Stuart Mill – 1841-1846. Com 462 páginas, esse volume contém 45 cartas e quatro anexos. A carta abaixo corresponde à de n. XL desse volume, publicada entre as páginas 374 e 392; foi a partir dessa edição que Teixeira Mendes traduziu o texto abaixo. Já na coletânea da correspondência completa de Augusto Comte, organizada por Paulo Berredo Carneiro e Pierre Arnaud, a carta abaixo está no volume III, dedicado ao período entre abril de 1845 e abril de 1846 (o “ano sem par”), entre as páginas 238 e 248; no conjunto do epistolário comtiano, ela corresponde à missiva CCCLXVI.

5.3.    O que importa nessa carta?

5.3.1. Essa missiva apresenta, como é característico do Positivismo, inúmeros temas e aspectos estreitamente vinculados entre si, ainda que alguns sejam apenas citados enquanto outros sejam longamente desenvolvidos

5.3.2. O tema principal é a apreciação de nosso mestre a respeito do apoio, falho, do patriciado em favor do sacerdócio positivo

5.3.2.1.             O patriciado, como notamos há pouco, são os líderes políticos e industriais, ou seja, são os responsáveis pela gestão do poder e da riqueza

5.3.2.2.             A crítica principal de Augusto Comte é em relação ao patriciado inglês, que habitualmente era mais liberal e mais pródigo em protetorados desse tipo

5.3.2.3.             Mas, de qualquer maneira, a idéia principal aí é que o patriciado tem o dever – moral, pelo menos – de sustentar, de apoiar, o sacerdócio

5.4.    A situação específica que motivou toda essa reflexão foram as sucessivas manobras acadêmicas, políticas e administrativas feitas na Escola Politécnica, entre 1840 e 1852, para impedir que Augusto Comte assumisse o cargo de professor efetivo de lá e, depois, para demiti-lo de suas funções subalternas (repetidor e examinador de admissão)

5.4.1. Essas manobras mantiveram Augusto Comte com salários baixíssimos e, cada vez mais, à sombra da miséria e da fome

5.5.    Passemos, então, à leitura da carta!

6.       Exortações finais

6.1.    Sejamos altruístas!

6.2.    Façamos orações!

6.3.    Como somos uma igreja, ministramos os sacramentos: quem tiver interesse, entre em contato conosco!

6.4.    Precisamos de sua ajuda; há várias maneiras para isso:

6.4.1. Divulgação, arte, edição de vídeos e livros! Entre em contato conosco!

6.4.2. Façam o Pix da Positividade! (Chave pix: ApostoladoPositivista@gmail.com)

7.       Término da prédica