No dia 13 de Shakespeare de 172 (22.9.2026) realizamos nossa prédica positiva, dando continuidade à leitura comentada do Apelo aos conservadores (em sua "Conclusão - missão peculiar aos verdadeiros conservadores").
No sermão abordamos a espiritualidade positiva.
A prédica foi transmitida nos canais Positivismo (https://youtube.com/live/H5wmmuILZsY) e Igreja Positivista Virtual (https://www.facebook.com/IgrejaPositivistaVirtual/videos/4556000391314329).
As anotações que serviram de base para a exposição oral encontram-se reproduzidas abaixo.
* * *
A espiritualidade positiva
(13
de Shakespeare de 172/22.9.2026)
1.
Abertura da prédica
2.
Datas e celebrações
2.1.
Dia 12 de Shakespeare (21.9): nascimento de Luís
Lagarrigue (1854 – 172 anos)
2.2.
Dia 13 de Shakespeare (22.9): início da
primavera (equinócio da primavera)
3.
Apóiem a Igreja Positivista Virtual!
3.1.
Colaborem com o que puderem; com boa fé e boa
vontade, toda e qualquer colaboração é necessária e bem-vinda!
3.1.1.
Inscrevam-se no canal, compartilhem, divulguem
nossas atividades!
3.2.
Para apoiar as atividades dos nossos canais e da
Igreja Positivista Virtual: façam o Pix da Positividade! (Chave Pix: ApostoladoPositivista@gmail.com)
4.
Leitura comentada do Apelo aos conservadores
5.
Exortações
5.1.
Esta talvez seja a seção mais importante das
prédicas!
5.2.
Sejamos altruístas!
5.2.1.
Sejamos generosos, tolerantes etc.
5.2.2.
Devemos orientar toda a nossa vida pelo
altruísmo: quando o altruísmo regula e orienta a vida, o resultado é que o
altruísmo (a dedicação para os demais) e o egoísmo (a satisfação das
necessidades pessoais) não são incompatíveis, pois só o altruísmo permite unir
o bem comum à felicidade pessoal
5.3.
Façamos orações!
5.3.1.
A oração positiva é a base do culto íntimo;
assim, é tanto a base do aperfeiçoamento pessoal quanto da espiritualidade
positiva de modo geral
5.4.
Como Igreja Positivista Virtual, ministramos os
sacramentos positivos a quem tem interesse
5.4.1.
Em um total de nove, os sacramentos são a celebração de momentos centrais na vida
de todos nós – momentos que devem ser celebrados, afirmados, compartilhados (o
nascimento/a adoção, o casamento, a aposentadoria, a transformação (a morte)
etc.)
6.
Sermão: a espiritualidade positiva
6.1.
O tema do sermão desta semana é a
espiritualidade positiva
6.1.1.
Indiscutivelmente, esse tema é algo... diferente
6.1.1.1.
No senso comum, o tema da espiritualidade está
intimamente vinculado a formas de misticismo ou, em todo caso, à teologia
6.1.1.2.
O comum do povo valoriza bastante a
espiritualidade, seja como afirmação de crenças (e, a partir daí, da concepção
de que somente quem “crê” merece confiança), seja como sinal de sanidade
6.1.1.3.
Já os acadêmicos são bastante ambíguos: a partir
do amálgama institucional e semioficial de tradicionalismo católico com
materialismo marxista, de modo geral os acadêmicos desprezam a
“espiritualidade” quando ela refere-se a si próprios (misticismo, afinal de
contas), embora supostamente a valorizem quando ela refere-se ao povo, aos
“outros” e aos “dominados”
6.1.2.
Creio que vale a pena indicar por que decidi
abordar esse tema; isso foi devido a dois motivos:
6.1.2.1.
Por um lado, devido a compromissos acadêmicos,
nas últimas semanas redigi anotações sistemáticas sobre o tema da moral no
Positivismo; essas anotações levaram-me a considerar outras, agora sobre a
espiritualidade
6.1.2.2.
Por outro lado, também nas últimas semanas li um
livro sobre o Tradicionalismo, que é uma concepção particularmente retrógrada e
mística de teologia, que apresenta os graves problemas adicionais de ser contra
o progresso e a racionalidade e que, em virtude disso, aproxima-se ativa e
passivamente do fascismo e de concepções sociopolíticas autoritárias (e
teocráticas); entretanto, os adeptos do Tradicionalismo falam convictamente em
“espiritualidade”, buscando satisfazer algumas necessidades humanas reais
(embora, claro, por vias irreais)
6.1.3.
Augusto Comte falava correntemente em “espiritualidade”
e em “espiritualidade positiva” (por exemplo, no Catecismo positivista); considerando a importância da subjetividade
e a defesa da concepção positiva de religião, não há porque não usarmos essa
expressão e não definirmos a concepção positiva de espiritualidade
6.1.3.1.
Em si mesmo, o tema da espiritualidade positiva
é muito o da religião positiva; apenas a ênfase é um pouco mais pessoal (e
doméstica)
6.1.3.1.1.
Usaremos aqui a expressão “pessoal” no lugar de “individual”
para deixar claro, na medida do possível, o aspecto relacional do ser humano, ou
seja, seu aspecto social e histórico, evitando assim a mentalidade egoísta e “isolante”
própria ao individualismo
6.2.
Adiantando bastante o tema, é importante
notarmos que um aspecto central da espiritualidade positiva, que fica tanto
implícito quanto explícito, é o fato de que ela implica a mudança de mentalidade e de sensibilidade
6.2.1.
Essa mudança de mentalidade e de sensibilidade
corresponde ao mesmo tempo à mudança de entendimento intelectual e à mudança afetiva
e prática da forma geral como nos relacionamos com o mundo e as demais
pessoas
6.2.2.
Em termos um pouco mais específicos, essa
mudança de mentalidade e de sensibilidade corresponde (1) à afirmação do
relativismo em substituição ao absolutismo, (2) à afirmação do altruísmo em
substituição ao egoísmo e (3) à afirmação da atividade construtiva e pacífica
em substituição à atividade destruidora e/ou violenta
6.3.
É necessário termos clareza de que o senso comum
atual do Ocidente, caracterizado pela anárquica combinação de monoteísmo, de
politeísmo e de metafísica, tudo isso com elementos variados de misticismo,
considera que a espiritualidade refere-se apenas e estritamente à relação do
“espírito” (ou seja, de uma entidade etérea, distinta do corpo e oposta a ele)
com o “além”
6.3.1.
Essa relação é individual e alheia à existência
material e à realidade social: a concepção atualmente em voga consiste,
portanto, em algo profundamente egoísta, seja porque se refere apenas a cada
indivíduo, seja porque se separa do mundo e da sociedade
6.3.2.
Além disso, como conseqüência do aspecto
estritamente individual e antissocial dessa espiritualidade teológica (e/ou
mística), a espiritualidade é divorciada da moralidade: não importa se essa
espiritualidade é correta ou não; aliás, em si mesma nem há esse tipo de
consideração
6.4.
Não temos como afirmar a espiritualidade
positiva sem nos lembrarmos de algumas concepções básicas, em particular (1) o relativismo, (2) a tríplice natureza humana, (3) o caráter
social e histórico do ser humano e, por fim, (4) o aspecto ao mesmo tempo objetivo e subjetivo do ser humano
6.4.1.
O relativismo consiste em que o ser humano vive
sempre em relação com o ambiente, seja objetivamente, seja subjetivamente, seja
com o mundo, seja com outros seres humanos: nós não existimos e não apreendemos
nada que não seja por meio de relações; assim, para o ser humano não existem
coisas “puras”, “em si mesmas”, supostamente independentes de qualquer outra
coisa: as pretensões de que tais “coisas em si” existem e de que seria possível
ao ser humano apreendê-las correspondem ao absolutismo, isto é, às concepções
teológicas e metafísicas
6.4.1.1.
O relativismo pode ser entendido então como “relacionismo” e antiabsolutismo
6.4.2.
A tríplice natureza humana corresponde ao fato
de que o ser humano é, ao mesmo tempo, sentimentos, inteligência e atividade
prática: nossos impulsos elementares são a origem e o destino de nossa
existência e são satisfeitos por meio das nossas relações práticas com o mundo
e com os demais seres humanos; a inteligência corresponde ao entendimento desse
mundo e dessas relações, indicando como o mundo constitui-se e, daí, como é
possível atuar nele; dos impulsos elementares, os egoístas (os estritamente
individuais) são os mais intensos, mas são os altruístas (os que estabelecem as
relações afetivas e sociais) que permitem o equilíbrio e a verdadeira
satisfação humana
6.4.2.1.
Buscando a síntese no sentido específico da
reunião de várias idéias em conceitos gerais, Augusto Comte reuniu na expressão
“sentimentos” os instintos egoístas e os instintos altruístas; o egoísmo é
composto por sete impulsos elementares, ao passo que o altruísmo é composto por
três impulsos elementares
6.4.2.2.
Nesse total de dez instintos, do primeiro ao
último ocorre um enfraquecimento da força e um aumento do caráter social (ou
coletivo, ou não estritamente individual) dos instintos, de tal sorte que o
primeiro (a nutrição) é o mais forte e o mais individual, ao passo que o último
(a bondade) é o mais fraco e o menos individual
6.4.3.
Uma conseqüência específica do relativismo (ou
do relacionismo) e da tríplice natureza humana é o caráter histórico e social
do ser humano, em que, por um lado, somente existimos em sociedade, ao vivermos
em conjunto e, por outro lado, exatamente ao vivermos em conjunto nossos
atributos desenvolvem-se com o passar do tempo (em particular nas direções de
estímulo do altruísmo, compressão do egoísmo, aumento da compreensão da
realidade e diminuição da violência)
6.4.3.1.
O desenvolvimento humano é apresentado e
explicado por meio das três leis dos três estados, cada uma correspondente a um
aspecto da natureza humana
6.4.3.2.
A lei afetiva
é a que nos importa mais aqui; ela estabelece que a sociabilidade humana
amplia-se das relações domésticas para as relações cívicas e daí para as
universais, cada um desses âmbitos correspondendo a um dos instintos altruístas
– respectivamente veneração, apego e bondade
6.4.3.2.1.
A bondade, em particular, é afirmada
subjetivamente em relação à Humanidade, que é o Grande Ser e que atua como
intermediária entre o ser humano individual e o mundo
6.4.4.
A existência humana é ao mesmo tempo objetiva e
subjetiva: relacionamo-nos com coisas e pessoas que existem de verdade e que
exercem pressões sobre nós (assim como nós exercemos pressão sobre essas coisas
e pessoas); mas, ao mesmo tempo, entendemos subjetivamente o mundo,
compartilhamos valores, temos idéias, temos sentimentos e imaginamos
6.4.4.1.
Em graus variados, que mudam conforme a pessoa,
o momento, o contexto histórico e social específico, os elementos objetivos e
subjetivos combinam-se
6.4.5.
O equilíbrio humano só é possível quando os
esforços pessoais são conjugados e compatibilizados com o benefício coletivo;
em outras palavras, quando se afirma o altruísmo e quando o egoísmo é
comprimido e orientado em favor do altruísmo; com isso, a felicidade individual
coincide com o devotamento ao bem-estar coletivo
6.4.5.1.
A dedicação ao bem-estar coletivo tem que
considerar cada país e a Humanidade como um todo, mas ela começa sempre,
necessariamente, com a dedicação à própria família (cônjuge, filhos, pais,
agregados etc.)
6.4.6.
Essa é a base da moralidade humana – em que o
que estimula e aumenta o altruísmo é moral
e o que aumenta o egoísmo, ou diminui o altruísmo, ou aumenta a violência e a
destruição, é imoral –; da mesma forma, essa é a base necessária da
espiritualidade positiva
6.5.
A partir dos elementos acima, podemos entender
que a espiritualidade positiva refere-se a cada ser humano individualmente, mas
ela não isola esse indivíduo do resto da sociedade, ou melhor, a
espiritualidade positiva não isola os indivíduos da Humanidade: bem ao contrário,
a espiritualidade positiva integra, sempre e cada vez mais, os indivíduos na
Humanidade
6.5.1.
Em um primeiro momento, a integração do
indivíduo na Humanidade ocorre objetivamente,
nas famílias e nas pátrias, sob a tutela geral da Humanidade; mas a integração
de fato ocorre mesmo subjetivamente,
com a satisfação das necessidades pessoais de cada um a partir da orientação
altruísta dos seus esforços
6.5.2.
A integração dos indivíduos na Humanidade não é
um encontro místico, indefinido, em que a subjetividade individual é estimulada
fora e contra a realidade objetiva e contra a vida em sociedade; bem ao
contrário, a integração positiva na Humanidade reconhece a realidade, reconhece
a sociedade e busca tanto a melhoria
social quanto o aperfeiçoamento individual: se esses aspectos não
ocorrerem, não apenas tendemos ao misticismo e ao absolutismo como nossos
esforços serão desperdiçados
6.6.
Todos esses comentários serviram, como servem,
para entender o que é o ser humano e como ele pode desenvolver-se; são,
portanto, aspectos científicos, filosóficos e morais básicos; eles indicam os
fundamentos da espiritualidade humana e sugerem alguns aspectos, mas não
correspondem exatamente a essa espiritualidade
6.6.1.
A passagem desses fundamentos para a
constituição efetiva de uma espiritualidade positiva corresponde precisamente,
na obra de Augusto Comte, à constituição da Religião da Humanidade
6.6.2.
A recusa em aceitar a necessidade de satisfazer
as necessidades humanas, em empregar os recursos que há muito tempo já estão à
disposição do ser humano e a insistência no mito de que ainda (e sempre) seriam
necessários “mais conhecimentos” para tal satisfação: a isso correspondem o
academicismo e o cientificismo
6.6.3.
Não por acaso, tais mitos são empregados
ativamente contra o Positivismo, contra a espiritualidade positiva e, portanto,
a favor da permanência da espiritualidade teológica
6.7.
Como é a espiritualidade positiva? Dito de outra
maneira, como satisfazemos os indivíduos e vinculamo-los mais à Humanidade?
6.7.1.
A espiritualidade positiva ocorre basicamente
por meio do culto e do regime, mas também por meio do dogma
6.7.2.
O culto positivo é o meio básico da nossa
espiritualidade, em particular por meio da oração positiva; a oração positiva
integra o culto íntimo, isto é, o culto estritamente individual
6.7.2.1.
O culto doméstico e o culto público também
constituem a nossa espiritualidade
6.7.2.2.
Embora a espiritualidade teológica tenda a
desprezar, de um ponto de vista intelectual, a importância do compartilhamento
público de sentimentos, todas as grandes religiões na prática sempre
reconhecerem que os cultos públicos estimulam profunda e intensamente a
espiritualidade
6.7.2.2.1.
A música, em particular, é um dos grandes
instrumentos da espiritualidade no culto público
6.7.2.3.
O estímulo orientado da imaginação, com a
leitura de grandes obras-primas – e, desde o século XX, também com a
assistência de grandes filmes, séries e até novelas –, desde sempre é
reconhecido com integrando a espiritualidade
6.7.3.
O Positivismo tem os seus nove sacramentos, que
podem e devem ser entendidos como ritos de passagem; em certo sentido, são ritos
de iniciação
6.7.3.1.
É claro que o aprendizado, com as relações entre
mestre e discípulo, também é um rito de iniciação e integra a espiritualidade
6.7.4.
Já a dedicação prática ao bem comum oferece por
si só uma satisfação toda própria, além de permitir o aperfeiçoamento concreto
do ser humano
6.7.4.1.
É a dedicação prática ao bem comum que evita o
misticismo e que, portanto, na prática reafirma aspectos fundamentais do ser
humano (em particular o relacionismo, a existência gregária e o desenvolvimento
histórico)
6.7.5.
Em termos intelectuais, a leitura de obras
filosóficas, de tratados morais, de relatos históricos, de dramas e epopéias
literárias também estimula e desenvolve a espiritualidade positiva – na
verdade, esses procedimentos também sempre foram entendidos como integrantes e
estimulantes da espiritualidade
6.7.5.1.
Dito isso, repetidas vezes criticamos a ciência
e o cientificismo; mas a verdade é que a compreensão filosófica do
desenvolvimento histórico da ciência integra, e tem que integrar, a
espiritualidade positiva
6.7.5.2.
Além dos aspectos indicados antes – aspectos que
foram afirmados pela observação prática dos proletários, pela síntese feminina
e comprovados pelos cientistas: o relacionismo, a tríplice natureza humana etc.
–, cada ciência abstrata ofereceu elementos intelectuais que alimentam a
reflexão filosófica e moral, ou seja, que integram a espiritualidade positiva
6.7.5.2.1.
Primeiro exemplo: a Astronomia estabeleceu a
observação sistemática e regular de fenômenos que são irresistíveis e
completamente fora da capacidade de manipulação humana, forçando-nos à
submissão
6.7.5.2.2.
Segundo exemplo: já o conjunto das ciências
fundamentais desenvolve os procedimentos e os princípios da classificação, além
de revelar um espetáculo cada vez mais nobre e mais subjetivo, bem como cada
vez mais complexo e, portanto, mais modificável
6.8.
Para concluir esta exposição:
6.8.1.
Os aspectos indicados aqui não esgotam a questão
e, na verdade, apenas a apresentam de maneira sumária
6.8.2.
Uma exposição sistemática da espiritualidade
positiva consistiria, no final das contas, na exposição da própria Religião da
Humanidade, ainda que a partir de uma perspectiva específica
6.8.3.
Além disso, parece claro que é possível – talvez
seja mesmo desejável – que se criem muitos outros elementos e instrumentos da
espiritualidade positiva, seja a partir da pura criatividade dos positivistas,
seja a partir da inspiração ou dos exemplos fornecidos por outras religiões e
filosofias
7.
Término da prédica
Referências
- Auguste
Comte (franc.), Síntese subjetiva
(Paris, Exécution Téstamentaire d’Auguste Comte, 2ª ed., 1900): https://archive.org/details/lasynthsesubjec00comtgoog.
- Augusto Comte (franc.), Sistema de
filosofia positiva (Paris, Bachelier, 1838), v. 3, 45e leçon
(“Considérations générales sur l’étude positive des fonctions intellectuelles
et morales, ou cérébrales”).
- Augusto
Comte (franc.), Sistema de política
positiva (Paris. J.-B.
Baillière, 4ª ed., 1880): https://archive.org/details/systmedepoliti01comt.
- Augusto
Comte (port.), Apelo aos conservadores
(Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1898): https://archive.org/details/augustocomteapeloaosconservadores.
- Augusto
Comte (port.), Catecismo positivista
(Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 4ª ed., 1934).
- Gustavo
Biscaia de Lacerda (port.), Positivismo,
Augusto Comte e epistemologia das ciências humanas e naturais (Marília,
Poiesis, 2022).
- José
Lonchampt (port.), Ensaio sobre a oração
(Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1896; catálogo da IPB, n. 165): https://archive.org/details/n.-165-jose-lonchampt-ensaio-sobre-a-oracao.
- Luís
Lagarrigue (esp.), A poesia positivista
(Santiago do Chile, 1890): https://archive.org/details/luis-lagarrigue-a-poesia-positivista-1890_202509.
- Raimundo
Teixeira Mendes (port.), As últimas
concepções de Augusto Comte (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil,
1898): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-i
e https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-ii.
- Raimundo
Teixeira Mendes (port.), O ano sem par
(Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1900): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-o-ano-sem-par-portug._202312/page/n7/mode/2up.