No dia 27 de Gutenberg de 172 (8.9.2026) realizamos nossa prédica positiva, dando continuidade à leitura comentada do Apelo aos conservadores (em sua Conclusão - missão peculiar aos verdadeiros conservadores).
No sermão celebramos a independência do Brasil e, em particular, a figura de José Bonifácio.
A prédica foi transmitida nos canais Positivismo (https://youtu.be/U0ZiaZ0tAvo?si=0zeR33cvLMJmwBp8) e Igreja Positivista Virtual (https://www.facebook.com/IgrejaPositivistaVirtual/videos/1648714833541743).
As anotações que serviram de base para a exposição oral encontram-se reproduzidas abaixo.
* * *
Celebração do 7 de Setembro
(27 de Gutenberg de 172/8.9.2026)
1. Abertura da prédica
2. Datas e celebrações
2.1. Dia 23 de Gutenberg (4 de setembro): nascimento de Richard Congreve (1818 – 208 anos)
2.2. Dia 24 de Gutenberg (5 de setembro): transformação de Augusto Comte (1857 – 169 anos)
2.3. Dia 24 de Gutenberg (5 de setembro): celebração de Sofia Bliaux
2.4. Dia 25 de Gutenberg (6 de setembro): nascimento de Henrique Oliveira (1906 – 120 anos)
2.5. Dia 26 de Gutenberg (7 de setembro): Independência do Brasil (1822 – 204 anos)
2.6. Dia 26 de Gutenberg (7 de setembro): Glorificação de José Bonifácio
3. Apóiem a Igreja Positivista Virtual!
3.1. Colaborem com o que puderem; com boa fé e boa vontade, toda e qualquer colaboração é necessária e bem-vinda!
3.1.1. Inscrevam-se no canal, compartilhem, divulguem nossas atividades!
3.2. Para apoiar as atividades dos nossos canais e da Igreja Positivista Virtual: façam o Pix da Positividade! (Chave Pix: ApostoladoPositivista@gmail.com)
4. Leitura comentada do Apelo aos conservadores
5. Exortações
5.1. Esta talvez seja a seção mais importante das prédicas!
5.2. Sejamos altruístas!
5.2.1. Sejamos generosos, tolerantes etc.
5.2.2. Devemos orientar toda a nossa vida pelo altruísmo: quando o altruísmo regula e orienta a vida, o resultado é que o altruísmo (a dedicação para os demais) e o egoísmo (a satisfação das necessidades pessoais) não são incompatíveis, pois só o altruísmo permite unir o bem comum à felicidade pessoal
5.3. Façamos orações!
5.3.1. A oração positiva é a base do culto íntimo; assim, é tanto a base do aperfeiçoamento pessoal quanto da espiritualidade positiva de modo geral
5.4. Como Igreja Positivista Virtual, ministramos os sacramentos positivos a quem tem interesse
5.4.1. Em um total de nove, os sacramentos são a celebração de momentos centrais na vida de todos nós – momentos que devem ser celebrados, afirmados, compartilhados (o nascimento/a adoção, o casamento, a aposentadoria, a transformação (a morte) etc.)
6. Sermão: celebração do 7 de Setembro e Glorificação de José Bonifácio
6.1. Esta exposição baseia-se em algumas fontes:
6.1.1. Em primeiro lugar, ela baseia-se em importante medida em uma postagem feita em 7.9.2015, chamada justamente “7 de setembro – Independência do Brasil e comemoração de José Bonifácio”
6.1.2. Além disso, usamos aqui como referência as publicações do Apostolado Positivista do Brasil (como o opúsculo A pátria brasileira, de 1881, e a bela biografia de Benjamin Constant, escrita por Teixeira Mendes em 1891) e o livro de David Carneiro, A vida gloriosa de José Bonifácio de Andrada e Silva e sua atuação na Independência do Brasil (de 1977)
6.2. O Positivismo celebra a Independência do Brasil e a memória de José Bonifácio porque o Brasil é uma pátria e, assim, uma das associações humanas fundamentais
6.2.1. Como sabemos, os três níveis normais de associações humanas são a família (baseada nos sentimentos), a pátria (ou melhor, a mátria, baseada na atividade prática) e a Humanidade (baseada na inteligência)
6.3. Ao celebrar cada pátria, o Positivismo constitui-se como uma religião cívica
6.3.1. Para entendermos o que isso quer dizer, e embora o Positivismo, como regra geral, rejeite as distinções sutis, temos que estabelecer a diferença entre “religião cívica” e “religião civil”
6.3.1.1. Essa diferença espelha a diferença entre a teoria política absoluta (teológico-metafísica) e a teoria política relativa (positiva), especialmente no que se refere à divisão entre teoria e prática, ou, o que equivale em termos políticos, a divisão entre a igreja e o Estado
6.3.2. A religião cívica celebra valores cívicos, mas faz questão de não se impor sobre os cidadãos nem de usar o apoio estatal para sua difusão: por definição, é a Religião da Humanidade
6.3.2.1. Vale lembrar que o Positivismo, como religião cívica, tem clareza de que as pátrias na sociedade normal serão denominadas de “mátrias”, organizadas em regimes sociocráticos e que isso implica, desde já (na verdade, desde o começo do século XIX), que todas as mátrias baseiem-se na fraternidade e na paz universal e, portanto, também na rejeição da violência, da guerra e do militarismo (e do nacionalismo imperialista e/ou xenofóbico)
6.3.3. A religião civil é a religião imposta pelo Estado (ou seja, é obrigatória) e que tem a sua igreja sustentada pelo Estado: são as religiões teológicas e é a proposta da democracia de Rousseau
6.3.3.1. Rousseau, em sua proposta democrática, afirmava com todas as letras que o Estado tem que ter religião oficial, imposta a todos os cidadãos; inversamente, os cidadãos que rejeitassem essa religião oficial seriam presos ou, no limite, expulsos do país
6.4. No
dia 7 de setembro celebramos a Independência do Brasil e, por isso mesmo,
comemoramos a figura de José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), o grande
“Patriarca da Independência”
6.5. Para realizarmos essa celebração, temos antes que
lembrar, ou afirmar, as condições e as exigências da política moderna
6.5.1. A
política moderna baseia-se na existência de pátrias livres; essas pátrias têm
que ser menores do que costumam ser ainda hoje, mas, de qualquer maneira, a
liberdade é uma condição fundamental e insuperável
6.5.2. O
que significa essa “liberdade”?
6.5.2.1.
Significa a possibilidade de decidir com autonomia
os rumos a tomar, sem imposições externas e de acordo com os parâmetros específicos
de cada país
6.5.2.2.
Assim, ao mesmo tempo em que cada pátria deve poder
decidir o que deseja fazer, sua conduta deve caracterizar-se pelo respeito a
todas as outras nações, no que se refere à sua dignidade e às suas condições de
existência, e ao desenvolvimento de ações pacíficas e coordenadas com vistas à
melhoria material e moral de todas.
6.5.3. Em
outras palavras, a política moderna não pode ser definida pela “soberania absoluta”,
entendendo-se a soberania absoluta como a consideração de que cada país é o
juiz único e último de suas ações, em desrespeito e desconsideração aos demais
países
6.5.4. Ao
mesmo tempo, devemos afirmar a necessária interdependência política, material e
moral entre todas as nações – e em um duplo sentido
6.5.4.1.
Por um lado, devemos ter clareza de que a interdependência
ocorre, é boa e é fonte de paz, segurança e estabilidade; os países que buscam afastar-se
da interdependência rejeitam as cooperações, a paz e a estabilidade
6.5.4.2.
Por outro lado, a interdependência não pode ser
entendida nem usada como desculpa para intromissões e invasões de uns países
sobre os outros, nem pode ser usada como arma de um país sobre os demais
6.5.5. Em
termos internos, cada país deve buscar a integração social, a redução e o fim
da miséria, o combate e o fim das discriminações sociais, o desenvolvimento
técnico, científico e moral etc.
6.5.6. No
caso do Brasil do início do século XIX, José Bonifácio tinha clareza desses objetivos
e dessas condições; foi por isso que tratou de organizar as condições propícias
para a independência do Brasil – e que, sendo a eminência parda por detrás do
então Príncipe Regente, obteve de fato a independência nacional no 7 de
setembro de 1822.
6.6. Ao falarmos da Independência do Brasil, celebramos
José Bonifácio: mas por que ele?
6.6.1. O príncipe regente Pedro de Alcântara – depois
chamado no Brasil de “(dom) Pedro I” –, embora tenha sido necessariamente o
executor concreto da independência, não era uma pessoa preparada politicamente nem
em termos intelectuais, morais e práticos
6.6.2. Apesar disso, considerando a situação política,
social e institucional do Brasil na época, somente d. Pedro poderia realizar o
“grito do Ipiranga”
6.6.2.1.
Evidentemente, se por um lado
faltavam em geral condições morais, intelectuais e práticas a Pedro de
Alcântara, por outro lado isso não o impedia de que ele tivesse sentimentos de
simpatia pela população brasileira, assim como ele não tinha preconceitos de
casta e ele soube reconhecer o valor da pessoa e dos conselhos de José Bonifácio
6.6.3. Por outro lado, quem tinha o preparo e a estatura
moral, intelectual e prática era o conselheiro de Pedro de Alcântara, José
Bonifácio
6.6.3.1.
José Bonifácio, além de
ser um homem com a preparação própria e a atividade prática do Iluminismo,
tinha o enorme fator de ser brasileiro
6.6.3.2.
A primeira carreira de
José Bonifácio desenvolveu-se totalmente na Europa, com suas longas viagens de
estudos e de pesquisas (em que se revelou um grande pesquisador) e, depois, com
sua atuação na burocracia pública portuguesa (em que ocupou simultaneamente
inúmeros cargos importantes)
6.6.3.3.
A atuação propriamente
política de José Bonifácio ocorreu quando ele já era idoso (com cerca de 60
anos de idade) e voltara ao Brasil buscando aproveitar sua aposentadoria
6.7. A independência do Brasil era uma necessidade na
época e, de qualquer maneira, seria uma necessidade política do país
6.7.1. Na época era uma necessidade porque, com o término
das Guerras Napoleônicas, a permanência da monarquia no Brasil não tinha mais
sua justificativa inicial (evitar a submissão à tirania militar de Napoleão)
6.7.2. Devemos lembrar que a família real e a corte
portuguesa fugiram em 1808 para o Brasil, transformando a antiga colônia em
sede do império
6.7.3. Depois, em 1815, o Brasil tornou-se membro
equivalente do império, que passou a ser o Reino Unido de Portugal, Brasil e
Algarves
6.7.4. Além disso, havia os exemplos republicanos e americanos
dos Estados Unidos (1776), do Haiti (1798) e da América hispânica, do México até
a Argentina e o Chile (décadas de 1800 a 1820)
6.7.5. Desde o fim do período colonial o Brasil já contava
com uma sociedade ativa, organizada, conhecedora dos seus interesses, com
projetos nacionais cada vez mais claros e disposta a realizar a independência
para isso
6.7.6. A independência nacional era vista sempre como
acompanhada da república
6.7.7. A vinda da família real em 1808 deu um fortíssimo
impulso à vida política, social e intelectual do país, reforçando as condições
para a autonomia e/ou a independência nacional
6.7.8. Ao mesmo tempo em que o Brasil desenvolvia-se, as Cortes
Gerais de Lisboa, reunidas após a Revolução Liberal do Porto, de 1820, apesar
de afirmarem-se “liberais”, queriam retrogradar a situação do Brasil para a
condição colonial, o que implicaria necessariamente uma violenta opressão sobre
o país
6.7.8.1.
A Revolução Liberal do
Porto e as Cortes Gerais de Lisboa (criadas após a revolução do Porto) seguiram
o impulso da Revolução Francesa mas adotaram o modelo inglês, em que a crítica
ao Antigo Regime assumiu a forma da aberração político-intelectual que é a
chamada “monarquia constitucional”
6.7.8.2.
De maneira bastante
representativa desse movimento foi a exigência das Cortes Gerais de retorno de
d. João VI a Portugal, mantendo Pedro de Alcântara no Brasil como Príncipe
Regente
6.7.9. A regressão do Brasil à condição de colônia seria
opressiva por si só, como a conjuntura própria à Inconfidência Mineira deixava
claro; mas, em face do desenvolvimento político, econômico e social do Brasil
ocorrido desde o século XVIII e fortemente estimulado pela vinda da família
real em 1808, a imposição do status
colonial ao Brasil implicaria, necessariamente, redobradas opressões e
violências
6.7.9.1.
Vale a pena notar que
tanto a instituição da monarquia constitucional quanto o projeto de regressão
do Brasil à condição de colônia são exemplares do caráter dissolvente,
absolutista e anti-histórico da metafísica
6.7.10. De qualquer maneira, considerando a distância entre
os dois países, a disparidade de tamanho e as realidades sociais e políticas, a
independência do Brasil teria que acontecer cedo ou tarde
6.7.11. Sendo d. João VI obrigado a voltar a Portugal e
sendo públicas as pretensões das Cortes Gerais a respeito do Brasil, logo
percebeu José Bonifácio que seria necessário agir e com grande rapidez
6.7.12. A partir daí, ele procurou acercar-se de Pedro de
Alcântara, que soube reconhecer o valor do ancião
6.7.13. José Bonifácio soube preparar Pedro de Alcântara
para a independência; mas, ao mesmo tempo, teve que enfrentar resistências
inesperadas, totalmente retrógradas e mesquinhas, como a de Domitila de Castro,
a famosa amante de Pedro de Alcântara tornada “Marquesa de Santos”, que apoiava
o projeto “recolonial”
6.7.14. O episódio do “Dia do Fico” (9.1.1822), em que Pedro
de Alcântara rejeitou a ordem de retorno a Portugal, emitido pelas Cortes
Gerais, preparou o 7 de Setembro
6.8. Exemplares das superiores condições morais,
intelectuais e práticas de José Bonifácio são as suas propostas para o Brasil
6.8.1. José
Bonifácio tinha extrema clareza a respeito dos problemas e das condições
brasileiras de então
6.8.2. Para
ele, cumpria integrar o imenso território
nacional, assim como permitir e realizar a integração dos três grandes elementos étnicos nacionais, o português, o africano e o indígena
6.8.3. A
integração social implicava, necessariamente, a abolição da escravidão, a
miscigenação e, depois, o estímulo à alfabetização e à indústria
6.8.4. Todavia,
ao mesmo tempo, percebendo que o país tinha sua economia baseada na escravidão,
em um regime que naquele momento não tinha perspectivas para desaparecer, José
Bonifácio entendeu que só seria possível manter o Brasil unido por meio da
monarquia: afinal de contas, para ele, a escravidão era inimiga da República
6.8.5. Em
outras palavras, a monarquia foi instituída para garantir (pelo menos por algum
tempo) a permanência da escravidão – o que equivale a dizer que a monarquia foi
implantada no Brasil como um regime explicitamente escravista e escravocrata
6.8.6. A
monarquia apresentava algumas vantagens adicionais de caráter momentâneo: por
um lado, assegurava a continuidade institucional por meio da manutenção da
dinastia reinante; por outro lado, José Bonifácio temia que a república no
Brasil seguisse os passos da América espanhola, com a fragmentação política (e
territorial)
6.9. Essas
propostas foram expostas com grande beleza pelo pintor positivista Eduardo de
Sá, na famosa tela “José Bonifácio, a fundação da pátria brasileira”
6.9.1. Também
importa notar que, assim como com Tiradentes, a figura de José Bonifácio foi
eternizada e celebrizada por nós, positivistas
6.9.2. Mas,
não por acaso, a historiografia brasileira, com um pé (ou os dois pés) no monarquismo
e/ou no marxismo, despreza essa nossa importância, ainda que mais ou menos aceite
os resultados de nossa atuação
6.9.2.1.
Esse desprezo da historiografia atual pela importante
atuação dos positivistas em favor da memória de José Bonifácio segue o impulso
destruidor da metafísica marxista desde a década de 1960 (ainda que a
historiografia atual não seja marxista) e revela, no final das contas, uma
profunda mesquinhez
6.10.
Considerando que o
Positivismo é uma religião cívica e pacifista, importa afirmar com toda as
letras: os desfiles militares não
representam os ideais cívicos, nem a pátria brasileira, nem muito menos a República
6.10.1. Nesse
sentido, nem a proposta cívica de José Bonifácio nem o caráter
pacífico-industrial da política moderna aceitam as demonstrações usuais de “civismo”
6.10.2. Desde
pelo menos o século XIX – portanto bem antes do regime inaugurado em 1964 –, as
comemorações do 7 de Setembro resumem-se a paradas militares. Os desfiles de
pelotões, tanques e armamentos acabam concentrando nas Forças Armadas as idéias
de “civismo” e “patriotismo” e desvirtuando a convergência pacífica dos
cidadãos em prol do bem comum – que é o fundamento e o objetivo da política
republicana
6.10.3. Já
em 1881 os positivistas dizíamos exatamente isso, repetindo-o desde então
6.11.
O 7 de Setembro resume-se
na imponente máxima de José Bonifácio, segundo quem “A sã política é filha da
moral e da razão”
6.11.1. É
devido a concepções como essas que, juntamente com a Independência do Brasil,
no dia 7 de setembro comemoramos também a imponente figura do grande santista
que foi José Bonifácio
6.11.2. Embora
não seja de origem positivista, essa máxima evidentemente está totalmente de
acordo com os mais elevados princípios morais, intelectuais e políticos
propostos pelo Positivismo
6.11.2.1. A fórmula
de José Bonifácio antecipa e indica com clareza a máxima positivista “agir por afeição
e pensar para agir”
6.11.3. A
concordância com o Positivismo ocorre também porque essa máxima corresponde aos
melhores valores da política moderna
7. Término da prédica
Referências
- Auguste Comte (franc.), Síntese subjetiva (Paris, Exécution Téstamentaire d’Auguste Comte, 2ª ed., 1900): https://archive.org/details/lasynthsesubjec00comtgoog.
- Augusto Comte (franc.), Sistema de
filosofia positiva (Paris, Bachelier, 1838), v. 3, 45e leçon
(“Considérations générales sur l’étude positive des fonctions intellectuelles
et morales, ou cérébrales”).
- Augusto
Comte (franc.), Sistema de política
positiva (Paris. J.-B.
Baillière, 4ª ed., 1880): https://archive.org/details/systmedepoliti01comt.
- Augusto Comte (port.), Apelo aos conservadores (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1898): https://archive.org/details/augustocomteapeloaosconservadores.
- Augusto Comte (port.), Catecismo positivista (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 4ª ed., 1934).
- David Carneiro (port.), A vida gloriosa de José Bonifácio de Andrada e Silva e sua atuação na Independência do Brasil (Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1977).
- Gustavo Biscaia de Lacerda (port.), “7 de setembro – Independência do Brasil e comemoração de José Bonifácio” (Blogue Filosofia Social e Positivismo, 7.set.2015): https://filosofiasocialepositivismo.blogspot.com/2015/09/7-de-setembro-independencia-do-brasil-e.html.
- Gustavo Biscaia de Lacerda (port.), A “teoria do Brasil” dos positivistas ortodoxos brasileiros: composição étnica e independência nacional (Política & Sociedade, Florianópolis, v. 16, n. 35, p. 271-298, 2017).
- Gustavo Biscaia de Lacerda (port.), O momento comtiano (Curitiba, UFPR, 2019).
- José Lonchampt (port.), Ensaio sobre a oração (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1896; catálogo da IPB, n. 165): https://archive.org/details/n.-165-jose-lonchampt-ensaio-sobre-a-oracao.
- Luís Lagarrigue (esp.), A poesia positivista (Santiago do Chile, 1890): https://archive.org/details/luis-lagarrigue-a-poesia-positivista-1890_202509.
- Miguel Lemos & Raimundo Teixeira Mendes (port.), Bases de uma
Constituição política ditatorial federativa para a república brasileira. (2ª ed.: 1934.) Série da
Igreja Positivista do Brasil, n. 82. Rio de Janeiro: Igreja Positivista do
Brasil, 1890. Disponível
em: http://bd.camara.leg.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/15236/bazes_constituicao_politica.pdf?sequence=3.
Acesso em: 25.jun.2014.
- Raimundo Teixeira Mendes (port.), As últimas concepções de Augusto Comte (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1898): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-i e https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-ii.
- Raimundo Teixeira Mendes (port.), Benjamin Constant. Esboço de uma apreciação sintética da vida e da obra do fundador da
República Brasileira. Série da Igreja Positivista do Brasil, n. 120. Rio de Janeiro: Igreja
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- Raimundo Teixeira Mendes (port.), Discurso comemorativo do tricentenário de
morte de Luís de Camões. (2ª ed.: 1977). Série da Igreja Positivista do
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- Raimundo Teixeira Mendes (port.), O ano sem par (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1900): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-o-ano-sem-par-portug._202312/page/n7/mode/2up.
- Raimundo Teixeira Mendes (port.), O império brasileiro e a república brasileira perante a regeneração social. A propósito do “Manifesto de S. A. I. o sr. d. Luiz de Bragança”, publicado no Diário do Congresso Nacional, de quarta-feira, 27 de agosto de 1913. Série da Igreja Positivista do Brasil, n. 350. Rio de Janeiro: Igreja Positivista do Brasil, 1913.
- Raimundo Teixeira Mendes (port.), O Positivismo e a questão social. A propósito da questão anarquista. Série da Igreja Positivista do Brasil, n. 383. Rio de Janeiro: Igreja Positivista do Brasil, 1915.
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