No dia 27 de Arquimedes de 172 (20.4.2026) realizamos nossa prédica positiva, dando continuidade à leitura comentada do Apelo aos conservadores (dando início à sua Terceira Parte - postura dos positivistas em relação aos revolucionários).
No sermão celebramos a bela figura de Tiradentes.
Também aproveitamos para fazer alguns comentários sobre o Dia dos Índios/dos Povos Indígenas.
A prédica foi transmitida nos canais Positivismo (https://youtube.com/live/WyHiR0kx_ZE) e Igreja Positivista Virtual (https://www.facebook.com/IgrejaPositivistaVirtual/videos/2738122833210571).
As anotações que serviram de base para a exposição oral encontram-se reproduzidas abaixo.
* * *
Celebração de Tiradentes (2026)
(27
de Arquimedes de 172/21.4.2026)
1.
Abertura da prédica
2.
Datas e celebrações
2.1.
Dia 25 de Arquimedes (19.4): Dia dos Povos
Indígenas (antigo Dia do Índio)
2.1.1.
Ele foi criado em 1943, por Getúlio Vargas, ao
término de uma conferência interamericana de povos indígenas
2.1.2.
A denominação original – “Dia do Índio” – evidentemente era genérica e
referia-se à enorme quantidade de povos que viviam originalmente no território
brasileiro e que, atravessando as maiores dificuldades e vicissitudes (entre as
quais a escravidão e o extermínio puro e simples), sobreviveram até então (1943)
e até atualmente
2.1.3.
Os índios não são um grupo homogêneo; na
verdade, não são nem mesmo um único grupo: são dezenas, ou melhor, centenas de
grupos, de inúmeras etnias e grandes etnias, com variados hábitos, usos e
costumes
2.1.4.
Por meio das mais variadas relações sociais –
desde as mais pacíficas até as mais agressivas –, desde 1500 os povos indígenas
foram misturando-se com os colonizadores portugueses e, mais tarde, também com
os escravos de origem africana: dessa tríplice mistura surgiu a população
brasileira, de Norte a Sul
2.1.5.
No conjunto, entretanto, os índios que não foram
absorvidos foram dizimados ou empurrados cada vez mais para dentro do
território
2.1.6.
Vale notar, entretanto, que houve esforços em
favor da preservação e do respeito aos índios: José Bonifácio pretendia exatamente
isso; mais tarde, Miguel Lemos e Teixeira Mendes faziam a mesma proposta, com o
adicional de que propunham que se deveria garantir metade do território
brasileiro para os índios (“estados ocidentais do Brasil”), a serem reunidos na
forma de uma confederação com o restante do país (os “estados orientais do
Brasil”)
2.1.7.
Sem entrar em maiores detalhes, vale notar que
ao longo do século XX, devido a muitos esforços – entre os quais, em
particular, os dos positivistas –, a situação dos povos indígenas começou a
mudar de maneira mais clara; a Constituição Federal de 1988 aumentou a proteção
devida a eles e as políticas indigenistas, com altos e baixos, passaram a ser
melhores e mais abrangentes; com isso, a tendência geral de diminuição da
população indígena alterou-se, ocorrendo uma certa estabilização e, em alguns
casos, até aumento da população
2.1.8.
Nos últimos anos, ao mesmo tempo tem que os
índios padecem de grandes provações (invasão e degradação de suas terras;
incúria do poder público no que se refere à saúde indígena; agressivo
evangelismo cristão, tanto católico quanto, principalmente, evangélico), eles
passaram a atuar com maior autonomia e autoconsciência: eleição de deputados
indígenas; elaboração de gramáticas indígenas pelos próprios falantes; criação
do Ministério dos Povos Indígenas (cuja titular é uma índia: Sônia Guajajara)
2.1.9.
Apenas para citarmos, sem entrarmos em nenhum
detalhe, a referência aos índios no âmbito do Positivismo é importante devido a
dois aspectos: (1) devido ao fetichismo,
que, unindo-se ao Positivismo, torna possíveis todos os grandes
desenvolvimentos do neofetichismo na Religião da Humanidade; (2) a intensa prática indigenista brasileira, que
durante várias décadas foi levada a cabo pelos positivistas – e, em particular,
sob a inspiração e a orientação do nosso grande Cândido Rondon
3.
Leitura comentada do Apelo aos conservadores
4.
Exortações
4.1.
Sejamos altruístas!
4.2.
Façamos orações!
4.3.
Como Igreja Positivista Virtual, ministramos os
sacramentos positivos a quem tem interesse
4.4.
Para apoiar as atividades dos nossos canais e da
Igreja Positivista Virtual: façam o Pix da Positividade! (Chave Pix: ApostoladoPositivista@gmail.com)
5.
Sermão: celebração de Tiradentes
5.1.
Antes de mais nada, devo indicar que retomo aqui
comentários feitos na prédica positiva “Celebraçãodo Dia do Índio/dos Povos Indígenas e do Dia de Tiradentes”, realizada em
24 de Arquimedes de 169 (ou 18.4.2023)
5.2.
No dia 21 de abril, ou melhor, 27 de Arquimedes
– hoje! – celebramos Tiradentes, o
protomártir da independência
5.2.1.
Essa data, que é um feriado nacional, é importante
para os positivistas porque celebra uma figura que nós mesmos propomos, além de
ser um dos derradeiros feriados cívicos daqueles propostos por nós no final do
Império e início da República
5.2.1.1.
Os feriados cívicos republicanos foram criados
em 14 de janeiro de 1890, por meio do Decreto n. 155-B
5.2.1.2.
Os feriados estabelecidos por esse decreto foram
os seguintes (os feriados em negrito são os que permanecem vigentes até hoje (abril de 2026)):
1)
1 de janeiro: fraternidade universal;
2)
21 de abril: precursores da independência do
Brasil, resumidos em Tiradentes;
3)
3 de
maio: descoberta do Brasil;
4)
13 de
maio: fraternidade dos brasileiros;
5)
14 de
julho: República, Liberdade e Independência dos povos americanos;
6)
7 de setembro: Independência do Brasil;
7)
12 de
outubro: descoberta da América;
8)
2 de novembro: comemoração geral dos mortos
(dia de finados);
9)
15 de novembro: Pátria Brasileira.
5.2.2.
Além disso, o Dia de Tiradentes, juntamente com
o Dia do Índio, tem um caráter geral, ou seja, são contra os particularismos e
os facciosismos atuais
5.3.
Quem foi Tiradentes?
5.3.1.
Joaquim José da Silva Xavier nasceu em 12.11.1746
e faleceu em 21.4.1792 (com 46 anos)
5.3.2.
Ele teve inúmeras atividades ao longo de sua
vida: dentista, boticário, sertanista, explorador de jazidas; essas várias
atividades permitiram-lhe conhecer a região das Minas Gerais e mesmo até o Rio
de Janeiro, além de, inversamente, tornar-se conhecido nessas regiões todas
5.3.3.
Em 1780, aos 34 anos (já bem adulto, portanto)
ingressou na tropa da capitania das Minas Gerais, assumindo um posto de
liderança e mantendo a segurança das estradas da capitania – devemos lembrar
que, além da segurança regular das estradas, o trajeto entre Minas e Rio tinha
que ser preservado devido ao tráfego de ouro e diamantes que tinha lugar ali,
evidentemente alvo de ladrões
5.3.4.
Ele era alferes, o que corresponde atualmente ao
posto de Segundo Tenente, de aspirante a oficial (o posto de alferes foi
extinto no início do século XX, substituído pelo de Segundo Tenente); nessa
posição, ele não integrava a soldadesca, mas, ao mesmo tempo, devido à sua
origem social relativamente humilde, não conseguiu ascender na carreira do
exército da nobreza, o que o desmotivou e resultou em baixa, em 1787, ou seja,
após poucos anos de serviço na ativa
5.3.5.
O apelido “Tiradentes” veio do fato de que,
entre suas várias atividades, ele era também um dentista prático –
literalmente, um “tira-dentes”
5.4.
Como sabemos, sua importância histórica liga-se
à sua participação na conjura mineira (depois inconfidência mineira), isto é,
ao episódio em que membros da elite das Minas Gerais tramaram em 1789 uma
tentativa de tornar independente a sua província (provavelmente abrangendo
também partes do Espírito Santo, para acesso ao mar)
5.4.1.
A motivação imediata da sublevação foi a revolta
das elites contra o aumento excessivo dos impostos na região das Minas; além
disso, o governo português, tendo então à frente o Marquês de Pombal,
implementou medidas duríssimas para cobrar esses impostos (a “derrama”): assim,
além do aspecto econômico (os impostos majorados) havia o aspecto político (a
cobrança autoritária)
5.4.1.1.
O aumento na dureza da cobrança de impostos da
parte de Portugal deveu-se ao aumento das despesas metropolitanas, à redução da
extração de riquezas na capitania e também à redução de fontes de renda
disponíveis para Portugal
5.4.2.
Ao contrário das concepções materialistas e
economicistas, que reduzem a sociedade ao desejo de lucro e à busca de poder,
devemos ter clareza que, antes de 1789, já haviam ocorrido inúmeras rebeliões e
revoltas coloniais; essas revoltas com freqüência eram contra os abusos do poder de Portugal e de seus
emissários locais: o movimento das Minas Gerais alterou esse padrão, exigindo,
ou tencionando exigir, não o fim do abuso, mas a mudança de status político do Brasil (ou melhor,
das Minas Gerais): tratava-se então de, explicitamente, propor a independência
nacional
5.4.2.1.
Essa mudança de mentalidade foi largamente
inspirada pelo republicanismo francês, defendido pelo Enciclopedismo em termos
teóricos, e também pelo republicanismo estadunidense, a partir do exemplo
prático dado pela Revolução Americana, que ocorreu com sucesso entre 1776 e
1781; além disso, a Revolução Francesa – que já começava em 1788 – serviu
igualmente como um poderosíssimo estímulo para a instituição da república
independente no Brasil
5.4.2.2.
Assim, devemos enfatizar que a sublevação das
Minas Gerais era não somente pela independência nacional, mas também a favor da República (pelo menos
para Tiradentes e alguns de seus companheiros)
5.4.3.
Como sabemos, a sublevação foi tramada na
capital da capitania das Minas Gerais, em Vila Rica (depois renomeada para Ouro
Preto), local que era ao mesmo sede do governo local e núcleo da região
extrativista; os integrantes da sublevação eram quase todos membros da elite
política, econômica e administrativa local, com a notável e importante exceção
de Tiradentes, que era de origem humilde, mas era também muito hábil em termos
retóricos e tinha acesso fácil e amplo às camadas populares e médias da região,
para quem fazia propaganda aberta dos ideais de independência e de república
5.4.4.
Certamente Tiradentes não foi o líder nem o
membro mais destacado da conjura mineira: houve outros mais importantes, mais
ricos e/ou mais famosos; na verdade, após a traição de Joaquim Silvério dos
Reis (dando início à “inconfidência
mineira”), exatamente o caráter não elitista de Tiradentes tornou-o o bode
expiatório ideal
5.4.4.1.
Nesse sentido, o que importa notar é que ele foi
o único a manter-se firme em suas convicções e a não trair ninguém; além disso,
ele foi o único a ser executado
5.4.5.
Tiradentes foi preso em 1789, mantido na prisão
durante três anos e executado em 1792; após sua morte, seu corpo foi
esquartejado e suas partes foram exibidas em cidades de Minas Gerais em que ele
pregara; sua cabeça nunca foi encontrada
5.5.
Para o conjunto da história do Brasil e para o
Positivismo, qual a importância de Tiradentes?
5.5.1.
A expressão “protomártir”, utilizada por Miguel
Lemos e Teixeira Mendes, deve-se a que ele foi o primeiro mártir da independência nacional
5.5.2.
Miguel Lemos e Teixeira Mendes, após 1889, ou seja,
após a Proclamação da República, estabeleceram a trindade cívica brasileira: Tiradentes, José Bonifácio, Benjamin
Constant
5.5.3.
Em virtude do movimento pela independência, o nome
de Tiradentes está necessariamente vinculado ao de José Bonifácio; assim, o 21
de abril liga-se ao 7 de setembro
5.5.4.
Como vimos, Tiradentes propôs a independência,
ao mesmo tempo com a república, sem escravidão mas limitada às Minas Gerais;
José Bonifácio realizou a independência de todo o Brasil e, por isso, e apesar
de si mesmo, com escravidão e sem república; esses movimentos tiveram que ser
finalizados e complementados pela República humana e social, ocorrida parte em
1888 mas sacramentada, ampliada e afirmada em 1889, cabendo gloriosamente a
Benjamin Constant a responsabilidade por essa transformação definitiva
5.6.
A memória de Tiradentes é, acima de tudo, devida
aos positivistas
5.6.1.
Desde 1881, quando Miguel Lemos fundou a Igreja
Positivista do Brasil, celebramos a memória de Tiradentes – celebração que
sempre foi problemática para a monarquia, na medida em que (1) Tiradentes era
republicano e (2) ele foi executado em 1792 pela mesma família que governou o
país até 1889
5.6.2.
Como vimos antes, por obra dos positivistas, via
Decreto n. 155-B, a data de 21 de abril virou feriado em 1890; entretanto, em
1931 ela deixou de ser feriado, por obra de Getúlio Vargas, que não queria
símbolos nacionais de origem particular, nem símbolos de resistência, nem
símbolos efetivamente cívicos; apesar disso, Getúlio Vargas, em 1933, sob
pressão política, viu-se obrigado a reinstituir a data como feriado cívico
nacional
5.7.
Tiradentes é, sim, um símbolo nacional, bem como um herói
nacional: é bom, é correto e é necessário que seja assim
5.7.1.
Todo país precisa de personagens-símbolos, isto
é, de personagens que corporificam os ideais superiores desse país (ou, por
outra, personagens que estabelecem e definem os ideais que norteiam esse país)
5.7.2.
As personagens-símbolos são necessárias porque
elas correspondem a representações concretas de sentimentos, de idéias e de
práticas, de modo a satisfazer necessidades humanas muito intensas; essas
necessidades estão na base das relações sociais cívicas
5.7.3.
O aspecto ideal dessas personagens-símbolo é
duplo: por um lado, correspondem a idealizações mentais, a concepções puramente
imaginativas; por outro lado, elas correspondem aos valores julgados
importantes em um país
5.7.4.
Dessa forma, convém que os heróis nacionais
sejam de fato seres humanos superiores: ora, esse é precisamente o caso de
Tiradentes, que, embora não fosse nem afetiva nem intelectualmente superior,
soube comportar-se com gigantesca generosidade após a inconfidência, além de ter sido um dos grandes
propagandistas e difusores do ideal de república independente entre o povo e as
classes médias das Minas Gerais
5.7.5.
É portanto espantoso que haja tanta gente que
afirme que seria bom, correto, útil, necessário que um país não tenha heróis,
nem símbolos: quem afirma esse tipo de coisa ou desconhece efetivamente a
natureza humana ou finge desconhecê-la; em todo caso, presta um enorme
desserviço em nome de supostos “realismo”, “criticidade” etc.
5.8.
Passando a reflexão mais diretamente para os
dias recentes: é certo que o Brasil tem problemas e desafios que vão muito além
do regime político; mas o simples fato de que a figura de Tiradentes é ignorada
ou desdenhada – e, por extensão, a República não é valorizada –, isso indica o
quão pobres e lastimáveis são nossos sentimentos e nossas idéias políticas
atuais
5.8.1.
Nesse sentido, é notável, chocante e triste que tudo
o que o mais importante jornal do país, a Folha
de S. Paulo, tem a dizer de Tiradentes seja apenas que ele “foi transformado em herói pelos militares”, em um artigo aliás anônimo e de
2018, requentado agora em 2026
5.8.2.
O argumento institucional, oficial, da Folha de S. Paulo é bem claro: a figura
de Tiradentes como herói nacional não tem valor nenhum, por ter sido erigida
pelos “militares”, ou seja, por ser um símbolo do militarismo
5.8.2.1.
A instituição do feriado de Tiradentes em “1890,
logo após a República”, seria um sinal adicional (ou inicial) do militarismo de
tal celebração, na medida em que, para a Folha
de S. Paulo, a República teria sido meramente uma quartelada
5.8.2.2.
Essas lamentáveis afirmações da Folha de S. Paulo são feitas de maneira
sumária, sem nenhum exame cuidadoso da figura de Tiradentes, de seu papel
histórico, das celebrações em seu favor ocorridas contra o Império e a favor da
República
5.8.3.
Vale notar que a Folha de S. Paulo, embora tenha os relativos méritos de ter feito
uma certa oposição ao fascismo (durante 2019 e 2022) e de manter um certo
pluralismo editorial, na verdade é um jornal liberal em termos econômicos e
políticos que apoiou com entusiasmo convicto o militarismo entre 1964 e o
início dos anos 1980; além disso, é um jornal ambígüo a respeito do fascismo e que
promove com grande intensidade o identitarismo (seja o feminista, seja o
racialista): o desprezo para com Tiradentes é um esforço para, sob um véu
hipócrita de “criticidade”, tentar redimir-se pelo militarismo anterior e, ao
mesmo tempo, satisfazer o facciosismo particularista dos identitários
5.8.3.1.
Ao mesmo tempo que degrada a figura de
Tiradentes sob a desculpa esfarrapada do “militarismo”, a Folha de S. Paulo celebra as figuras próprias ao identitarismo, que
são, todas elas, particularistas, facciosistas, que rejeitam a noção de bem
comum e de vida compartilhada de maneira fraterna, livre e digna: pura e
simplesmente não há como tornar o Brasil um país melhor com tais concepções e
tais práticas
5.9.
Em
suma:
5.9.1. Celebrar Tiradentes é valorizar alguns dos
mais belos, profundos e importantes traços do ser humano em geral e dos
brasileiros em particular
5.9.2. Suas virtudes práticas – sejam sua
sinceridade e sua honestidade na expressão de seus ideais políticos, sejam seus
vínculos com o povo, seja sua firmeza em não trair seus colegas, seja sua
firmeza ao ser o único a ir ao patíbulo – são motivo para as mais intensas
admiração e emulação
5.9.3. Não é por acaso que nós, positivistas, por
meio de Miguel Lemos e Teixeira Mendes, elegemo-lo “protomártir da
independência” e integrante da trindade cívica nacional, juntamente com José
Bonifácio e Benjamin Constant
5.9.4. Com um profundo tom de lamento, temos que
reconhecer que a desvalorização da figura de Tiradentes é um sinal inequívoco
da degradação moral, intelectual e prático da vida cívica brasileira: aqueles
que agora se dizem contra o militarismo fazem questão de desprezar todos os
símbolos e valores que estimulam a fraternidade, a dignidade, a vida livre e
pacífica em conjunto
6.
Término da prédica
Referências
- Auguste
Comte (franc.), Síntese subjetiva
(Paris, Exécution Téstamentaire d’Auguste Comte, 2ª ed., 1900): https://archive.org/details/lasynthsesubjec00comtgoog.
- Augusto
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Baillière, 4ª ed., 1880): https://archive.org/details/systmedepoliti01comt.
- Augusto Comte
(port.), Apelo aos conservadores (Rio
de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1898): https://archive.org/details/augustocomteapeloaosconservadores.
- Augusto
Comte (port.), Catecismo positivista
(Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 4ª ed., 1934).
- Darcy
Ribeiro (port.): Cândido Mariano da Silva
Rondon (Rio de Janeiro, Global, 2017): http://etnolinguistica.wdfiles.com/local--files/biblio%3Aribeiro-1958-indigenista/Ribeiro_1958_OIndigenistaRondon.pdf
e https://revistas.usp.br/ra/pt_BR/article/view/110382/108933.
- Gustavo
Biscaia de Lacerda (port.), Prédica
Positiva “Celebração do Dia do Índio/dos Povos Indígenas e do Dia de
Tiradentes” (Curitiba, Igreja Positivista Virtual,
24.Arquimedes.169/18.4.2023): https://filosofiasocialepositivismo.blogspot.com/2023/04/celebracao-do-dia-do-indiodos-povos.html.
- José
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(Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1896; catálogo da IPB, n. 165): https://archive.org/details/n.-165-jose-lonchampt-ensaio-sobre-a-oracao.
- Luís
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(Santiago do Chile, 1890): https://archive.org/details/luis-lagarrigue-a-poesia-positivista-1890_202509.
- Raimundo
Teixeira Mendes (port.), As últimas
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1898): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-i
e https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-ultimas-concepcoes-de-augusto-comte-ii.
- Raimundo
Teixeira Mendes (port.), Benjamin
Constant: esboço de uma apreciação sintética da vida e da obra do fundador da
República Brazileira (Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1892): https://archive.org/details/n.120biografiadebenjaminconstantv.1
e https://archive.org/details/n.120biografiadebenjaminconstantv.2.
- Raimundo
Teixeira Mendes (port.), O ano sem par
(Rio de Janeiro, Igreja Positivista do Brasil, 1900): https://archive.org/details/raimundo-teixeira-mendes-o-ano-sem-par-portug._202312/page/n7/mode/2up.
- Saiba quem foi Tiradentes, homenageado em 21
de abril e transformado em herói pelos militares (Folha de S. Paulo, 21.abr.2018, atualizado em 20.abr.2026): https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/04/militares-transformaram-tiradentes-em-heroi-nacional.shtml.